17/01/2011 - #2 Banguecoque (Diário na Ásia - #3)

O pequeno-almoço é muito bem apresentado, bom para os parâmetros europeus, no entanto não nos sentimos seguros com tudo o que nos põem à frente.
Pequeno-almoço

Tratámos dalgumas marcações de hotéis e passeios pela selva e abandonámos o hostel ainda cedo.
Criança fazendo hula-hoop!

Seguimos a pé e de barco até ao Wat Arun, um templo que está presente na outra margem do Rio Mae Nam Chao Phraya. Representa a ressurreição desta cidade. É alto (dá para subir até mais de meio da sua altura) e muito íngreme. É necessário cuidado, especialmente para os mais velhos. Faz novamente lembrar as tais pirâmides que relatei anteriormente.

Margem do embarque
Atravessando até ao Wat Arun
"Espadachim" no Wat Arun

Wat Arun (escadas minúsculas, à direita)

Através duma (quase) lancha rudimentar, fomos até Tak Sin Bridge, tendo, pelo caminho, tido oportunidade de ver a cidade doutra perspectiva: a pobreza misturada com o desenvolvimento. A casa "presa por arames" ao lado do hotel de 6 estrelas. Sim, 6 estrelas.
Ricos Vs Pobres

O SkyTrain, uma mistura entre comboio e metro, leva-nos por cima do caótico trânsito até ao Estádio Nacional, onde ao longe vimos um combate de lutas marciais. Mas apesar dos cânticos de apoio ao Benfica terem sido entoados (inclusivamente o hino, sem pausas e por inteiro), o nosso destino era o MBK. Merece um parágrafo, com licença.
Combate, junto ao Estádio Nacional, ao lado do MBK

Nunca tinha visto nada assim. Já tinha ouvido dizer, tentava imaginar, mas é inexplicável: um centro gigante, de 5 ou 6 pisos, comprido, só com tecnologia, relógios, malas, roupa. Umas coisas são de marca, outras são imitações, outras ainda são realmente originais. É de se perder a cabeça. Só um problema de comunicação no cartão multibanco/crédito vos poderá salvar.

Em Silom Road está a melhor casa de massagens por onde passámos.
Uma aromaterapia no final do dia vem mesmo a calhar. A Luk é dos poucos tailandeses que consegue manter uma conversação em Inglês. Nunca saiu do País, como quase ninguém. Simpática e educada, mas sem final feliz, suas mentes pecaminosas.

Fomos para o hotel para descansar. E pensar que esta cidade é realmente diferente. Suja, onde não há regras de trânsito, mas onde não vimos acidentes, buzinas ou ambulâncias. Muita gente na rua, ratos, gatos, cães. Diversos canais, qual Veneza do Oriente. A cidade onde tudo se regateia.


6 comentários:

  1. Tema desinteressante?
    Querem mudar o destino desta chafarica?
    É para fechar já o tasco?

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  2. Ahahah, o teu sentido de humor é fantástico.
    Ao ler este post, e ao deparar-me com o "ricos vs pobres" veio-me a ideia o "Tigre Branco" de Aravind Adiga. Para quem foi a Ásia e não leu isto, é uma falha. Falha do tamanho da falha de notas de 500€ no meu bolso.

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  3. nospelomundo,

    Uma amiga diz-me que o meu sentido de humor está a decair de qualidade. Imagina se me tivesses conhecido na altura certa. Vinhas cá ler isto todos os dias.

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  4. Se mostrasses as mulheres da noite é que era...agora pa mostrares isso tenho o google!!!
    Simao..escuta..em Banguecoque...não há nenhuma put..ai..mulher de jeito?

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  5. Anónimo,

    Com certeza que Banguecoque tem mulheres de jeito. E dessas que pedes, aos montes. Tens é de ter cuidado, não vás apanhar um ladyboy.

    Mas as mulheres mais bonitas do mundo ainda estão para ser relatadas mais adiante.

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