A resposta de Palmela à crise

Hoje deixo-vos um vídeo (cortesia do leitor Zeca - obrigado) duma empresa de Palmela que faz distribuição de lâmpadas e a quem parece que a crise é uma coisa que não lhe assiste.

- não tem dívidas nem créditos;
- paga almoço, massagens, aulas de Inglês e seguro de saúde aos trabalhadores;
- de vez em quando vão à Luz ver jogos;
- água, café e pastilhas gratuitas aos trabalhadores;
- mês extra de licença de maternidade;
- subsídio de Natal pago por inteiro (assumem a diferença para o Estado);
- distribuição de lucros, trimestral, ~ 1 salário.


3 minutos bem empregues e que nos fazem pensar um pouco.


5 comentários:

  1. Podemos chamar a isto de eficiência, 24 funcionários = 18M de facturação por ano.
    Só têm aquilo que merecem!

    ResponderEliminar
  2. Lérias.

    Quem é que sente vontade em ser eficiente para um boss que pega nos lucros da empresa e os aplica na troca de Mercedes todos os anos e numa vivenda com piscina? E depois se vira para os funcionários com o discurso do "isto está mau, é a crise"...

    Dividindo o destino da empresa com o trabalhador tuga, é a melhor forma de motivar e alavancar o sucesso.

    O trabalhador tuga não é preguiçoso, como se pode constatar por vários exemplos disso pelo país e mundo fora. Só que também não é parvo.

    ResponderEliminar
  3. Suscrevo Valdemar.

    E Anónimo, "só têm aquilo que merecem" parece-me a frase certa.

    ResponderEliminar
  4. Valdemar, quando assinas um contrato é porque aceitas as condições que estão dele estabelecidas, logo, o teu boss não tem que te dar nada a +, não tem que dividir lucros contigo.
    Foste tu que investiste capital na empresa? Agora a minha questão é:
    - Se produzes assim como dizes, queres um bónus do teu boss?
    - Quando não produzires o que devias ele não te paga o ordenado, pode ser?

    ResponderEliminar
  5. E que tal um ordenado mínimo e mais comissões sobre as vendas?

    Todos ganham.

    ResponderEliminar