Noite de passagem de ano

E então, quais são os planos?
Vamos organizar um fim-de-ano só com os apreciadores do Simão Escuta? Podemos começar com uma jantarada no Eduardo das Conquilhas. Têm mesas para 4 pessoas, se entretanto os meus Pais e Mana aparecerem, junta-se outra mesa.
Não?! Eu pago! Não?!?! Existe algum plano melhor?! Conta lá então como será o teu fim-de-ano...
O meu deverá ser passado em casa de amigos. O resto logo se vê. Já lá vão os anos em que no próprio dia arrancávamos sem destino. Saudades.

No entretanto, e com o patrocínio da leitora Elsa (obrigado!), deixo-vos um vídeo de alerta para o dia de amanhã, é rápido, incisivo e duro. Mas tenham juízo, porra! Cada um que se vai, é cada visualização a menos que tenho. Pensem nisto.


Cuecas ou Boxers?

Este é o tema que todos pensam mas não querem falar nem assumir: 
Qual é a melhor opção entre cuecas, vulgo truces, ou boxers. Mas estou cá eu para dar o corpo ao manifesto, salvo seja, e esclarecer os leitores, mas principalmente as leitoras, de qual a opção correcta a tomar no momento de se ir às compras.

A cueca é algo confortável, que aconchega, que dá um miminho na fruta. 
Os boxers são largos, deixam tudo desarrumado, não seguram, não aconchegam, nada. Dão estilo. Mas é um estilo dentro das calças, que não se vê. OK, a certa altura alguém vai ver, é verdade. Mas e a questão cultural que a truce traz? E a questão de saúde que está aqui em causa?

Pois bem, mulheres deste tasco: imaginem o vosso mais que tudo a jogar à bola, ténis ou a fazer uma corridinha de boxers. Eles de calções e boxers por baixo. Há diferença? Não. Quanto muito alguma das vossas amigas vai assistir ao jogo para tentar espreitar pelo "buraco da agulha". Para quê usar ambos? Escolham só um, o mais giro. 
E agora pensem que ele vai correr nesses preparos: aquilo vai virar verdadeira salada de fruta, tais os trambolhões que acontecem durante o desporto. Pois é. Não é saudável. Dito por médicos.

As truces podem ser mais feias? Podem. Mas são mais confortáveis, higiénicas e saudáveis. E as truces, podem ser giras? Podem, desde há uns anos. 

Foi precisamente há uns anos, num dos locais do costume de reunião de amigos (mais amigas, e ainda bem), e depois de muitos anos de vida em comum matrimónio entre todos, três delas resolvem abordar-me. Provavelmente já me tinham gozado durante uns anos, já tinham debatido o assunto inúmeras vezes (também devem ter aproveitado para me deitarem um olhinho, aposto), até que resolveram dizer: "POC, tens de trocar isso...é ridículo, não é nada sexy". Eu perdi a cabeça, como é óbvio. Por parecer um velho, mas também porque as meninas estavam a ousar tomar partido nas minhas decisões.

A coisa ficou no meio termo: duas delas levaram um enxerto, a outra fugiu porta fora só em lingerie. E eu pensei "pois, se calhar tenho de arranjar uma coisa um bocado mais moderna".

Entretanto fui buscar uma delas à rua, fiz curativos nas outras duas, sentámo-nos e expliquei: por muito que vos digam o contrário, usar boxers é uma trampa. Isso fiz eu aos 15 anos. E já me passou obviamente. Prezo o conforto e a saúde do meu menir. E portanto vai ser assim. Ou vocês estão comigo, ou estão contra mim. 
E elas estavam comigo. Recomendaram-me uns modelitos novos e eu acedi. Neste momento somos os 4 felizes. Mas elas sabem que, se for preciso, eu uso a cueca de ferro: a do SLBenfica! Gosto de usá-la no fim-de-ano...para dar sorte para o próximo.

O truce é para ficar, mas no modelo com perna tipo boxer. Ou então numa cueca que se fosse o Azeiteiro a usar, já todas achavam muito lindo. Poupem-me à dor...
O resultado final é o seguinte: durante o dia, truces, à noite (para dormir, e se tiver que ser), boxers.
Deixo uma fotografia minha, para exemplificar quais os modelos admitidos:


Não tem de quê caro leitor. Também estou cá para vos ajudar nas grandes questões deste século.


A publicidade também é isto

"Se o seu namorado não lhe leva, vai com outro."
No Acapulco é assim. E ainda dão um jarro.


Cuidado homens...elas são do piorio! Ou é ao contrário? Não éramos nós os sacanas? Agora de repente fiquei baralhado...

Comentários aos post's

Parece que há malta que não consegue comentar aqui no tasco. E eu quero acreditar nisto, atendendo ao (baixo) número de comentários que recebo. E sim, recebo. Porque para que não subsistam dúvidas, entre mim e o staff do blogue, só existo eu.

Peço a quem tenha essa dificuldade, que a reporte no e-mail ali à direita (simaoescuta@gmail.com), indicando sucintamente o que acontece. 
Estou a tentar perceber qual será o problema, que só afecta alguns de vós.

Ah, e começo a achar que isto só funciona mesmo é com gajas nuas, póneis e anões. Que diários de viagens não gostam vocês!

E é isto. Até mais ver caro leitor.

22/01/2011 - LuangPrabang - Hanói (Diário na Ásia - #8)

Despertámos às 8h, deixámos as malas prontas, tomámos o pequeno-almoço num alpendre gigante e pegámos nas bicicletas. Encarnadas, pois claro. E ainda pensámos furar os pneus às outras, só para o franciú que aqui anda ficar apeado. Acho que já não gosto dos europeus, só dos ingleses, ajudam-me a praticar Inglês. 

 

















Seguimos para o Museu Nacional, mas estava a encerrar para almoço, por isso fui buscar qualquer coisa para trincar (e eles demoram tanto a servir um bolo e uma água, é preciso relaxar e perceber que a vida é assim aqui...e talvez sejam eles que estejam certos) e seguir para a Phu Si Mountain, do outro lado da rua. Agora leiam em voz alta este nome. Certo, mas os comentários dispensam-se.


Depois das correrias de bicicleta, juntamente com uns 300 degraus até ao cimo da montanha, quase entrámos em desidratação! Mas vale a pena, a vista é magnífica, sobre toda a cidade, envolta no Mekong e nas grandes montanhas que caracterizam este belo País.

190 para cima, 138 para baixo


No topo da montanha




Cidade bonita...































Seguimos para mais compras e depois para o Museu Nacional, basicamente uma mescla entre mobília e artefactos dos 3 últimos Reis, e um altar que é transportado todos os anos em Abril, para comemoração do novo ano. Nesse altar, o Buda, claro.
E eram horas de pegarmos nas bicicletas e voltarmos à base. Ligámos à Niv para nos despedirmos, mas mesmo assim ela apareceu com o Tia para se despedirem pessoalmente de nós. Muito simpática, pois estava no seu dia de folga.
Entrada Museu Nacional
Altar


Parte do Museu Natural, onde está o altar
O aeroporto estava a 3 minutos de carro. Rudimentar para os nossos standards. O controlo é muito subjectivo, e alguns pormenores fazem-nos esboçar um sorriso. Mas lá estavamos nós a apanhar o avião da Lao Airlines às 16:40. 

Tecnologia




Balcão também ele tecnológico
A reza! Se for desta, vou feliz!



















Desta vez o Jota disse-me que também eu devia benzer-me, devido à má reputação desta companhia. Caíram alguns aviões nas montanhas, mas desde 1990 nenhum, fruto também da parceria que fizeram com a AirFrance. 
Mas continuando, desta vez também eu me benzi, deixando para trás uma cidade e um País que me tinham conquistado. Um País maioritariamente de monges, um País afectado pela guerra USA/Vietname, onde, a certa altura e segundo consta, caíam bombas a cada 9 minutos. A maioria detonou, mas muitas ainda andam por aí...
Ao invés dos tailandeses, mais interesseiros e mais chatos na relação "€" com os turistas, o povo do Laos é mais puro e tranquilo. Sofreram bastante mas estão felizes pela guerra ter terminado. São dos Países mais pobres do mundo, mas com certeza também um dos mais belos. A democracia ainda é apenas um nome que consta na sua bandeira. Há algum tempo, uma mãe estrangeira quis levar os seus 2 filhos naturais do Laos para fora, para lhes proporcionar uma melhor educação. O governo respondeu que sim, ela podia sair, mas as duas crianças eram propriedade do País...
Fica para trás um extraordinário País, bonito, puro, sem infra-estruturas, menos caótico que a Tailândia, com maus acessos e muitos km's quadrados de montanhas virgens. Dá pena não visitarmos mais cidades... Aqui, como em Akha Hill, também ficam saudades.

45 minutos depois aterrávamos em Hanói. 
O aeroporto é bonito por fora, existem muitos voos e aviões na pista. Nada parecido com o Laos, que mais parecia uma pista de Beja ou outra similar.

Os vietnamitas que trabalham no aeroporto são militares, e dão ordens à Hitler. Insultei-os de alto abaixo na minha língua. 
A bater continência aos militares

Após termos o visto e as malas, aguardáva-nos um motorista do Elite Hanoi Hotel. Foram uns 35 km's até ao centro da cidade, a capital. 
O tráfego é intenso ao sábado. Não existem regras. Parece que na Ásia é mesmo assim. Conduz-se à direita, e quando necessário, mesmo à direita, ou seja, na berma. É como se fosse outra faixa de rodagem. É preciso é cuidado com os que andam em contra-mão, com os transeuntes e com as rotundas minúsculas no meio de autênticas avenidas que convidam a acelerarmos. Só não é muito grave porque o trânsito é tanto que não se atingem grandes velocidades. TODOS apitam. Eu acho que devem gastar a buzina a cada 15 dias. Ou então é a excitação do Benfica ir jogar mais logo.

O hotel é mesmo no centro, numa ruela entre casas e prédios típicos. Nunca tinha sido recebido desta forma em lugar nenhum do mundo. Ou é dos vietnamitas ou estes tipos do Elite Hotel são fenomenais. Talvez ambas as opções. É que fomos recebidos com um sumo de melancia delicioso, com pedras de gelo incluídas (não dá para evitar!). Nem tivemos de ficar na recepção, trataram de tudo enquanto bebíamos o drink. Tudo preparado ao pormenor: trataram-nos do visto por antecipação, da ida a Halong Bay, do transporte até ao hotel e também tinham o mapa da cidade já pronto. 
O quarto é fantástico: bom gosto, um duche como eu gosto, com espaço e água a cair do tecto, uma cama gigante, LCD, leitor multimédia, portátil, etc..
Era já hora de jantar, por isso resolvemos ir à rua ver Hanói by night.

Saímos da nossa ruela e vimos casas com a porta aberta, famílias juntas a comer. Mas ao chegarmos às ruas principais e depois à Avenida, não dava para acreditar. Centenas de motas juntas, talvez milhares se contarmos alguns segundos. Uma confusão incrível, tudo ao monte! Populares organizam parques de estacionamento improvisados, fazendo filas e filas de motas, escrevendo o número do lugar no banco, com giz.
É um frenesim! As buzinas não param! São 3.7 milhões em Hanói (e mais de 80 no País) e acho que estão cá todos neste momento. 






No mercado de rua conseguimos comprar uma mala para as nossas lembranças. Aceitam dólares, mas já estamos a utilizar Dongs, o dólar vietnamita (€ 1 ~ 27500 Dongs).
Comemos pelo caminho, fizemos mais umas compras e fomos para o hotel.


O Benfica joga às 04:30, mas são 4h neste momento e às 8h temos de estar a pé, não dá mais. Amanhã saberemos...

PS: até agora, perfeito, nunca passámos mal, nenhum efeito secundário.

Falou e disse #2

Depois desta época de paz, amor e alegria, que ainda dura, convém não amolecer muito com porno-chachada e voltar a um tema polémico: a crise.

Através da vasta rede de contactos que alimenta o Simão Escuta (recebi dois e-mails devido a problemas no blogue e...publicidade), descobri um vídeo dum britânico que disse tudo. Até acho que vou trocar o título do blogue para "Falou e disse #2". É isso, com licença.

O político que diz o que (muitos) pensamos. Era este o título. E realmente parece-me que este senhor , em dois minutos, diz, em local próprio, o que muitos de nós pensamos. Confesso, sou leigo em política. Sei que o Marques Mendes jogava a defesa central, o Santana Lopes ia sempre para o banco porque chegava atrasado aos treinos e ainda meio "tocado", e finalmente o Passos Coelho, o nº 10, organizador de jogo com algumas limitações técnico-tácticas. Mas do alto do meu aparente afastamento político, para além de achar que a Odete Santos tem umas pernas incríveis, também acho que este tipo do vídeo teve muita coragem. Teve-os no sítio.

Fica aqui para o caro leitor aferir:


E claro, não esquecer a importante votação ainda a decorrer ali à direita.

Natal Fail #2

Tudo espectacular na mesma, mas não recebi o Pipi.
Mais, acabei de descobrir que saiu, finalmente, a melhor série de sempre: Último a Sair. E também não recebi.


Esta semana estarei a repor justiça no meu Natal.

Como se esta época do ano devesse ser mais sobre alegria, união, família, amizade... Então e o Pipi?! A sério...que D'Eusébio (as melhoras King, és eterno) me dê paciência, porque se me dá força eu mando a mesa pelos ares...


Feliz Natal Anónimo.

Natal Fail

OK, na verdade até agora foi espectacular. Falta-me é a cereja no topo do bolo.
A maior parte da família já me deu uma lembrança. Amanhã é a última esperança antes de correr porta fora: Sermões d'O meu Pipi !!! Não recebi!!!

Mas em compensação, a minha grande Mana ofereceu-me uma identidade aqui para o tasco! Obrigado Iara, está espectacular! Adorei! Obrigado Mana por teres aborrecido a Iara, profissional da coisa, e convencê-la a participar em algo tão decadente quanto este blogue.
O objectivo é fazermos uma coisa com requinte. Em breve poderão haver novidades.

Agora vou dormir, que amanhã espera-me trabalho (a sério!), um almoço, agora sim, com a família toda reunida, várias crianças e muita alegria. E o Pipi, a sério...por favor! 

Não vou é embora sem antes recordar que decorre mais uma votação de extrema importância ali à direita.

Obrigado Jesus! Agora não te desconcentres e saca-nos o campeonato.

Feliz Natal palermas!

Os administradores e directores do blogue, os editores, revisores, administrativos, designers (forte contributo neste post), a Sr.ª das Neves que nos faz a faxina e todos os outros colaboradores que não consigo enumerar agora, desejam a todos em particular, e mais em geral
- aos clientes habituais do tasco;
- aos bloggers que apoiam e aos que nos inspiram;
- aos visitantes que só hoje apareceram;
- e ao Anónimo (grande contributo),

um Feliz Natal. Mas à séria, com tudo o que têm direito. Aqui não se faz por menos.

Esta cena das mensagens e e-mails que seguem iguais para 575342 contactos ao mesmo tempo é boa, mas esta é ainda melhor. Envio um e-mail a dizer que o Natal este ano é aqui e está feito.

E para os que cá vieram pela primeira vez, não fiquem a pensar que esta chafarica é feita de lamechices. É feita isso sim, por artigos dum homem extremamente atraente e másculo, capaz de, vá alguém acreditar nisto, chamar malandros aos apitadores que vão à Luz.

Durante esta quadra, e para comemorarmos tanto o Natal com o facto de termos chegado aos 4 visitantes regulares do Simão Escuta, os comes e bebes são por conta da casa. Era o mínimo.
À esquerda do balcão estão as minis, mais para a direita, as sandes de bacalhau (para os mais tradicionais) e o pires de tremoços. Desfrutem, como diria o Azeiteiro.


O meu Pipi e a Marisa Cruz

Estou debaixo de água com trabalho. Ando até a trabalhar, mais coisa, menos coisa, no fuso horário de Kuala Lumpur. Mas ontem à noite, às portas do desfalecimento, fui ao H3 comer um Cheese sem ketchup mas com extra mostarda. É assim que se come no H3. Não tem de quê caro leitor.

Ah não sei quê, vamos lá à Bertrand ver rapidamente o que é que lá têm, o trabalho espera mais uns minutos. E dou de caras com 3 livros que me pareceram interessantes, de formas diferentes, mas interessantes. 



O primeiro parece ser daqueles para ler às escuras, só com um capacete de mineiro na cabeça para simular que estamos em pânico à espera que algum assassino em série ou psicopata apareça de repente no quarto. Para no fundo dar realismo à coisa, não vou ler isto na sala ou na rua a beber um copo. Bom, mas parece que há um tipo que envia cartas a algumas pessoas e escreve do género "de 0 a 1000, escolhe um número..." e ele acerta sempre. E depois há-de haver gente a ser retalhada com suspense. 

O segundo diz respeito à Catch22, uma espécie de regra, de código militar. Basicamente diz que um piloto pode ser retirado de combate se parecer louco e arriscar manobras e atitudes irresponsáveis que ponham em causa pilotos e missões. Ou seja, se realmente a pessoa estiver louca, sai de guerra. Mas...se alguém se der como louco e pedir dispensa, não é considerado, uma vez que um louco não teria capacidade para ter esse discernimento. E portanto, existe alguém que, não sendo louco e não podendo renunciar, vai-se fazer passar por louco no campo de batalha! Imaginem o tipo no avião a sacar peões, cavalinhos...

O terceiro. O melhor fica para o fim. Sermões d'O meu Pipi. Eu nem sei se este vale alguma coisa. É pequeno, o título de "Sermões" não me atraiu muito. Desconfiei. Mas é assim: o livro até podia trazer receitas vegetarianas, estou-me a borrifar. Pode até ser feito apenas para se ganhar mais uns cobres e nada acrescentar, estou-me a borrifar. ELE merece. E eu vou aceitar o desafio, a obrigação moral: se não receber isto no Natal, vou comprar. 
Quem leu O meu Pipi, sabe que está perante a grande obra literária dos dois últimos séculos e meio para trás, e um e meio para a frente. A ternura da sua escrita comove-me. O realismo, o detalhe, a escolha da palavra certa no momento certo. Estou arrepiado...

Mas, e porque há sempre um mas, se alguém me quiser oferecer um presentinho nesta altura, se calhar o que infelizmente (?!) me faria melhor ainda era isto:


 Com ou sem forma, mas ela que apareça. E que traga o JVP, um abraço pelo 3-6.

Resultados Inquérito #3 - Dívida Pública

É num misto de alegria e tristeza que trago, em primeira mão, os resultados do último inquérito. 
O objectivo foi decidir o que fazer para salvar Portugal da dívida pública que nos atormenta.

Sem mais delongas, deixo os resultados:



Portugal julga que se o Benfica for Campeão Europeu, a dívida pública será saldada com as receitas mirabolantes que o Clube vai gerar para o País e até para o Mundo. Faz sentido. Vai vir charters de €.
Até aqui tudo bem. 

A problemática desta questão é a seguinte: consegui ficar ao nível do Sócrates nesta votação. Não sei o que vocês querem dizer com isto, mas eu tinha avisado que existiram repercussões graves para quem não votasse em mim.

Em exclusivo para este tasco, o novo modelo do EuroMilhões:


Foi o melhor que consegui fazer por vocês. Não acho a Odete uma das mulheres mais charmosas do mundo, mas que tem umas pernas do camano, lá isso tem. E quem vier cá com cantigas que sou mau como tudo no Paint, bom, tem razão.

Cumprimentos da Gerência.

Quem é que se acusa?

Quem? Quem?
Será que temos aqui alguém com "big balls" (como o Souness dizia do Michael Thomas) e se acuse do que acabou de fazer à minha vida?

Eu não criei um blogue para isto. Eu não mereço. Eu sou uma jóia de moço que um dia já ajudei velhinhos a atravessarem a passadeira. 
Isto é ir longe, muito longe. Isto é brincar com coisas sérias.

Vejam o que recebi na minha caixa de e-mail. E é do sítio oficial dos viscondes!!!


É PROVOCAÇÃO!!! E apesar de eu ter um pólo da GANT, não me revejo nestes actos! Este é um blogue de bem! De valores! Eu respondo assim!


O Simão Escuta também é um hacker!!!!! Muahahahah!!!!

Ai as costas!

Pois é. Hoje não vos brindei com nada. Ou melhor, já é tarde para o fazer, mas quero só desculpar-me perante os 3 leitores que me acompanham (entre eles família, amigo e Anónimo), que estive KO até há bocado.

Visto lá de dentro, foi assim
Não é que voltei a espalhar magia nas ondas? E não é que voltei a dar um jeito nas costas (no sítio do costume, aqui do meu lado esquerdo) e esta manhã nem me conseguia virar? Estarei eu condenado a não poder fazer desporto e continuar a engordar que nem uma lontra? São questões às quais a resposta é simples e tem um nome: Variações. As do António e as minhas. 

Daqui a uns anos (uns 80, vá), hei-de começar a sentir o (não) cuidado que tenho com o corpo. Como partir costelas flutuantes em pré-adolescente e só ir ao médico passados 2 anos quando se começa a notar uma diferença visual no peito. Diferença essa que, para as atentas leitoras, devo dizer que pouco se nota. E quando se nota, sente-se uma atracção enorme.

E pronto, há que trabalhar que o chefe quer tudo pronto até ao Natal. E apetece-me dizer: o Natal é quando um homem quiser, e só quero que o meu venha daqui a um mês!!!

21/01/2011 - LuangPrabang (Diário na Ásia - #7)


O tuk-tuk levou-nos até ao hotel, o LeBelAir, que se situa junto à ponte que liga as duas margens dum afluente do Mekong.
Ficámos num bungalow estupendo, com muito bom gosto e varanda para o rio. Cortesia de Niamh ("Niv") Cotter, assistente da Direcção, uma galesa simpática. Falámos bastante com ela, percebemos que não andaria longe da nossa idade, criámos empatia.
Não é difícil isso acontecer a alguém com a alegria com que eu e o Jota partilhamos o nosso dia-a-dia. Niamh contou-nos que fez uma viagem de 9 meses, semelhante ao que estamos a fazer , onde não sentiu saudades de casa. O que aconteceu? Voltou a Gales e sentia muita falta do Laos. Convidou o seu amigo/namorado (um local do Laos) para ir ter à sua terra natal e, entretanto, decidiram fazer vida aqui em LuangPrabang.

A conversa foi boa, mas como tínhamos de ir à net tratar do nosso próximo destino e sair rapidamente do hotel para aproveitarmos esta cidade (na esperança dela nos mostrar um Laos diferente do de ontem), despedimo-nos, não sem antes a convidarmos, juntamente com o seu agora noivo, para jantar connosco na cidade. Convite esse prontamente aceite.

Atravessámos a ponte a pé, sobre estacas de madeira. Do lado de fora passam pessoas, do lado de dentro, as motas e as bicicletas. Os carros e os tuk-tuk não passam por aqui.




A vista era magnífica, apesar da sujidade que banhava parte do afluente, onde mesmo assim se viam locais a tomarem banho (e mais ao longe até uma mini praia estava estabelecida, com bar de apoio e tudo).
Chegados ao outro lado, fomos caminhando até à margem do Rio Mekong, onde existem restaurantes e bares absolutamente diferentes. Nota-se a influência dos estrangeiros, mas o clima torna-se maravilhoso, na medida em que se sente uma paz e tranquilidade muito boa, num estilo chill out.


Optámos por fazer um passeio de barco no Mekong, valeu a pena, a vista sobre a cidade é diferente. Um pouco como quem tem o privilégio de navegar pelo Tejo e olhar para Lisboa. Damos logo maior valor à cidade.

 












O almoço foi à beira-rio. Muito bom. Ao nosso lado, a presumível dona do hotel/restaurante onde estávamos a retemperar energias, estava a ensinar Inglês aos seus funcionários, ali mesmo, ao ar livre. Quem não gostava de ter aulas assim?



Prosseguimos a nossa jornada a pé até um primeiro templo, onde comprovámos o que Niv nos contou: na Tailândia, os templos são banhados a ouro. No Laos, devido à pobreza, os templos são pintados por dentro a preto, com as inscrições também pintadas, mas a dourado. E assim criam um efeito semelhante, mais puro. Talvez até mais bonito. São estes pormenores que fazem deste País um local diferente e apaixonante. É que no templo seguinte, encontrámos monges a cantarem em frente ao seu Buda. O som que eles emitem é um absoluto uníssono. É difícil descrever, mas é realmente algo fora da nossa órbita. Soube bem fechar os olhos e aproveitar a sorte de darmos de caras com este momento musical de devoção.




Eram 17:30, altura de ir até ao night market fazer mais umas compras. Por falar nisso, estamos a precisar de comprar uma mala só para as compras! 
Foi o sucesso habitual. Regatear até mais não (não somos cá franceses ou bifes, a serem comidos a toda a hora), com fotografias à mistura. Pelo meio duas brasileiras, muita risada e mais dois brasileiros a chegar. Foi o forró no meio do mercado. Um deles era do Cruzeiro, agradecendo-lhe eu pelo meu Capitão Luisão. Depois de muita risada e troca de informações, a promessa dum copo pela noite dentro.

Às 19:30 encontrámo-nos com Niv e Tia (o seu noivo), seguindo para um restaurante típico. Era junto ao rio, perto do local do nosso almoço. Grande escolha, deu para fazer mesmo uma refeição local, nada turística. Uma mesa na rua, com uma mini fogueira embutida, onde se fazia um fondue com carne e vegetais. A conversa foi boa, trocámos algumas experiências de vida. Tia tem uma vida santa. Trabalha numa agência de eventos radicais e visitas pelo País, trabalha dia sim, dia não! Laos style...
O Jota estava quase a bater com a cabeça na mesa, os brasileiros não diziam nada, por isso concordei em irmos descansar em ritmo de passeio até ao hotel.

É isto, sou eu

 

Para quem me conhece, por favor abstenham-se de fazerem comentários depreciativos. Por quatro motivos:
- foi a Marilyn quem me mostrou isto há tempos;
- este post é um bocado "coiso", mas nem sempre posso ter boas ideias;
- se calhar já estive mais awesome, mas a idade (cof, o peso), também é de se louvar;
- hoje ao almoço falámos do How I Met Your Mother.

Barney, não sei se vens cá ao tasco, mas digo-te duas coisas:
- és o maior;
- se vieres, de certeza que sacas muita miúda gira que nos visita (ajudem-me nesta parte e venham cá, senão qualquer dia o gajo aparece-me a pedir cerveja, tremoços e a perguntar por gajas boas e depois sou eu que fico mal na fotografia. E por falar em fotografia, se tiverem-nas em trajes menores, enviem para o endereço de e-mail ali ao lado, indicando, tal como no MediaMarkt, qual o vosso código-postal de residência. A Gerência agradece).

Rocky in Rio

É contra a minha religião ir ao Rock In Rio. Até porque aquilo é, basicamente, para RIR. 
AH EU VOU! Ah eu fui! Ah eu queria ir mas gastei o dinheiro todo em petazetas! Ah eu vou se a mãe deixar! Ah mais o Satanás montado a cavalo. Ai que é tão lindo! 
Epá...até pode ser giro - e acredito que seja - mas deixem-me ser teimoso!

Vindo recentemente de Smashing Pumpkins, vou subir a fasquia.

Só vou ao RIR se, para além do Boss Bruce Springsteen (já confirmado e o qual vi ao vivo em 1992 ou 93, única aparição aqui no burgo), vier um dos maiores de sempre. Se vier a razão por que deram o nome ao espectáculo. Aqui vai disto:


PS: ao prezado leitor da Ilha da Madeira, se calhar, e pelo andar da carruagem ali da votação à direita, o melhor é virem cá ver o Rocky, senão no próximo Rocky in Rio já vocês foram vendidos para pagarmos a dívida pública.

Inquérito #3 - A dívida pública

Caros leitores desta chafarica, é com alguma seriedade que abordo novamente a questão que tanto preocupa o País. Depois de reflectir durante os últimos 6.3 segundos, percebi que o caminho só pode ser um daqueles à vossa direita.

A votação é livre. No entanto deixo a informação extra de que se votarem em mim, prometo-vos um lugar no Governo Civil de Lisboa, para poderem tirar as bolas do Euromilhões. Acho que vocês estão lá bem melhores que a Marisa Cruz, até porque acho que ela já merecia ser minha secretária no pelouro das Coisas. 
Se por outro lado, preferirem uma das outras opções, mando substituir a Marisa Cruz pela Odete Santos.



















Carrega Portugal! Mas não carreguem muito, senão isto afunda mesmo.