Fumadores e Beatas - para perder mais leitores

Pois é. Como se não bastasse termos estado de férias e, neste momento, já nem o Coronel vê o tasco, decidimos que era altura de reduzir novamente a quantidade de leitores que nos seguem. Vamos partir para a ofensa.

Pergunta o Autor: porque razão se fuma um cigarro e, no fim, se atira a beata para o chão? 

Não, a sério...porquê? Existem indivíduos, que não são pessoas, que deitam qualquer tipo de lixo para o chão. E a respeito desses imbecis, estamos conversados. Agora, a respeito dos fumadores, muitos - como em tudo na vida - serão pessoas com um mínimo de asseio, certo? Então...porque razão está quase instituído como "normal", que se pode deitar a beata para o meio da rua?


Se eu comer uma pastilha, vou atirar o embrulho para o chão? Não. Então porque razão as beatas têm direito a seguir esse caminho? É lixo. Suja, tem mau aspecto. Se todos atirarmos parte do lixo para o chão, como é? 

Ganhem vergonha - para quem necessita - e guardem a beata e deitem-na no lixo. Não custa nada! Porra pá...

28 comentários:

  1. Agora vais-me obrigar a andar sempre com um extintor atrás? Quando há cinzeiros nas ruas é onde coloco a beata, quando não os há (95% da vezes) tenho de mandar para o chão.

    Quem manda a beata para o lixo é pirómano.

    Tás esclarecido agora?

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  2. @Daniel, seria bem visto, mas pode-se apagar a beata e depois sim, deitá-la fora. Não há risco de incêncio.

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  3. como fumo pouco, raramente fumo na rua. mas deixa-me dizer-te que fazem falta mais caixotes do lixo (e não só pelas beatas), porque caso contrário, fazes o quê com a beata? metes no bolso? na carteira?

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  4. @nAnonima, sem dúvida que fazem falta mais caixotes do lixo. Mas isso é para as beatas e para o resto do lixo que qualquer pessoa faz. Se como pastilha, guardo o papel no bolso e deito fora quando possível. Se fumam, têm de ter em conta que existem aspectos negativos (para além da saúde) como "o que fazer à beata". Pode-se guardar num papel ou numa bolsa própria para o efeito. Quem fuma anda com maço e isqueiro. Pode ter um plástico pequeno para depositar beatas.

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  5. Metam a beata no c*!!!!

    Não há sítio para a pôr? Não fumem!!!

    Simples.

    Olha, não tenho caixote de lixo por perto então deito o lixo na rua...

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  6. como te disse, raramente tenho esse dilema, mas concordo contigo, não gosto de atirar a beata para o chão, e se puder colocá-la no lixo, acredita que o faço.

    Boa ideia mesmo, seria tu criares um novo maço de tabaco que trouxesse essa bolsinha agarrada para as beatas! isso sim, era serviço publico, POC!

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  7. É à pala de coisas destas que ando sempre com papéis e lixinhos espalhados pela mala, pelos bolsos, pelo carro. Chega-se a um caixote e despeja-se, pronto.

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  8. 100% de acordo. Não fumo, está visto.
    E o meu post sobre Lapas? :P

    Abraço

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  9. Ha uns cinzeiros individuais miniatura, sao metalicos que se fecham e servem para se levar nas malas.
    Sao mesmo pequenos e muito chiques aviso já!!! Na verdade sao chiquerrrrrrrimos já vi duas pessoas diferentes com eles e achei que era uma ideia brilhante, não sujam nada e levam-se para qq lado.

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  10. http://www.myglowcigs.com/

    Acaba-se o problema das beatas, do fumo, do não poder fumar ali e acolá e não faz mal à saúde.
    ☺☺☺

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  11. Na realidade, o pessoal que atira as beatas para o chão, está a tentar preencher os espacinhos entre as pedras, tão contributivos para as quedas de toda a sorte de gente.

    Agora a sério, como sabes não fumo, mas o pouco lixo que vou produzindo, é a mesma coisa que a Elsa disse: os lixinhos na mala. Deitar para o chão é um "bocadinho" deprimente.

    Mas em relação às beatas é complicado embrulhar num papelinho e pôr no bolso, digo eu...

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  12. é por estas e por outras, que, entenda-se, acontecem certos eventos. com certa precaução e determinação pode-se eventualmente atingir algo, assim algo tipo.... um morcego casmurro

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  13. @Pedro, é um bocado isso é.

    @nAnonima, vou pensar nisso, poderá ser o merchandising que faltava ao Simão Escuta.

    @Elsa, simple as that.

    @Germano Bettencourt, as tuas lapas estão no forno. Dá-me material científico! ;) Abraço.

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  14. @2w, se são assim tão chiques, se calhar vou começar a fumar.

    @Pedro, boa sugestão. Falei disso quando no vôo para Banguecoque uma espanhola começa a fumar. Engraçado.

    @Não têm nada a ver com o meu nome, em relação às beatas, apagam-se e guardam-se. Quem fuma deve-se preocupar com isso.

    @jony buska, curioso como uma simples carcaça com manteiga consegue mudar todo o paradoxo que é a existência da cigarra. Ainda bem que trouxeste esse tema.

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  15. Nunca pensei que te tornasses tão repetitivo tão rapidamente.

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  16. Lapas... lapas também estão cheias de cócó, de facto. Comi umas grelhadas nos Açores, maravilhosas. E estavam bem feitas, que nem me lembrei desse pormenor. Já no Algarve, aqui há uns anos, apanhei algumas e além de caca não lhes dei tempo para expulsarem a areia toda. Eca... mas pronto, tira-se essa parte...

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  17. @Não têm nada a ver com o meu nome!, oi? Não percebi a repetição.

    @Elsa, o Germano Bettencourt é o meu emissário especial nos Açores, com pós-graduação em lapas. Ele poderá comprovar a veracidade dessas declarações.

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  18. O emissário especial pode é providenciar o 24º Encontro do Simão, Escuta - versão arquipélago, isso é que era...

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  19. Elsa, tudo que o POC diz é verdade. Esqueceu-se foi de mencionar, que a pós-graduação é apenas à mesa. Onde de facto, com lapas, modéstia à parte, existem poucos como eu. :P

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  20. Pós-graduação à mesa é perfeito, Germano :D

    Ahhh, ainda hei-de voltar, pelas lapas, pelas cracas, por tudo :)

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  21. As beatas podem dar boas ganzas. Ajudem quem precisa, pá. Pensem mais nos estudantes. (A malta é egoísta, não pensa nos outros.)

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  22. E quem não tem grana, às vezes aproveita as beatas não para as ganzas mas para fazer tabaco de enrolar ... Pensem nos outros, eheheh ... felizmente que não fumo, fica mais barato

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  23. Já agora é favor incluir os que deitam pastilhas (depois de mastigadinhas) para o chão. Há dias vi um cuspi-la e ao melhor estilo Ronaldo, dar-lhe um pontapé ainda em pleno ar!
    Muito bonito!

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  24. Fui a Madrid o que mais admirei foi não ver beatas no chão e ainda mais admirei quando vi um senhor sair duma ponta da praça e vir em direcção ao cesto que estava na outra ponta.com tanto património maravilhoso e bem cuidado o que me ficou na retina foi não ver pontas de cigarro no chão. são outras mentalidades.mas eu adoro o nosso verde.

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  25. É uma daquelas cenas que não percebo.. e já critiquei muitos colegas de trabalho por atirar as beatas para o chão quando têm um caixote do lixo a 2 metros.

    Mas também critico a falta de limpeza nas cidades, se a cidade tivesse limpinha de uma vez por toda, acho que as pessoas iam pensar duas vezes antes de voltar a sujar, digo eu.

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  26. Sendo fumador "ocasional" (social), é com profunda tristeza e incómodo que diáriamente em cada rua se vêem as calçadas "infestadas" de beatas como se já fizessem parte do pavimento natural. Analisando bem o ato, parece ser "cool" que fumar o dito cujo, entre 2/3 dedos se jogue a 2/3 metros de distância como se tentasse bater o recorde de aremesso anterior.

    Imediatamente transporto essas imagens desses mesmos indivíduos(as) nas suas próprias casas, será? Se sim, é o que são e estamos conversados! Se não, porquê fazê-lo em espaço público e com um simples gesto enraizado na má prática do hábito irrefletido, e de certa forma consentido pelos
    demais, contribuir directamente com a falta de civismo para a degradação da qualidade de vida das áreas urbanas. Se dúvidas houvesse e para espanto do comum mortal, nesta demanda tenho ouvido algumas "desculpas", quiçá argumentos tão interessantes como
    curiosos na tentativa de justificar o tal gesto acima de tudo egoísta:


    "O Não Pirómano" revela um cariz sensato mas igualmente perturbador. Realmente colocar uma beata ainda acesa no caixote do lixo poderá ter consequências desastrosas, mas não é preciso ter um QI assim tão elevado para se apagar previamente no chão?

    "O Há coisas mais graves", que é um facto que realmente as há, mas não será um alibi como fuga á questão e alivio da consciência, desculpabilizando-se assim a má conduta?

    "O falta de caixotes/depósitos de lixo", talvez o argumento mais desculpável (ou não), ainda assim ocorre-me o contexto deplurável das praias, uma das maiores riquezas públicas do país, as quais por enquanto vão-se mantendo livres de impostos/taxas. Ainda assim e a este nível propunha de imediato coimas para os prevericadores. Cravar uma beata no areal como se ela desaparecesse da vista e o contexto ficasse igual, como se no dia seguinte a força das ondas não descobrissem a
    malvadez? É sem dúvida das imagens mais comuns e irresponsávies ao longo da nossa costa. Ainda que algumas praias tenham adoptando uns recipientes próprios, parece-me óbvio que a opção mais válida, passará por se certificar que a beata está apagada, embrulha-la num lenço de papel e transportá-la até ao depósito mais próximo, será?

    "O Desemprego para os varredores das ruas", e esta vá lá, no mínimo é trágicó-cómica e no máximo é elitista-consumista, se não vejamos, porque será que a minha falta de civismo, de irresponsabilidade ambiental, e egoísmo social sustentam que só pelo simples facto de existirem pessoas que limpam as ruas, se posssam autolegitimar como poluidoras atenuando a ato em si? Relativamente ao desemprego e a níveis completamente diferentes, ocorre-me o ex. dos motoristas que os nossos governantes vão contratando com vencimentos escandalosos para as suas viaturas topo de gama. Aqui o argumento utilizado em vez de obviamente cortarem nas suas próprias "gorduras" e utilizarem o veículo próprio, logo argumentam que ao contratarem motoristas, estão a contribuir ativamente para a redução do desemprego.

    Concerteza que muitos mais exemplos existirão de fumadores que irrefletidamente tentam justificar algo que para mim é injustificável. É certo que cada vez constatamos que existem mais e maiores dificuldades e injustiças. A crise adensa-se e o futuro é o presente de cada dia e infelismente logo relegamos tais situações como não prioritárias. Contudo se devemsos ser exigentes com quem nos (des)governa (topo da piramide), também será nos pequenos pormenores que dependem de nós directamente enquanto indivíduos numa sociedade interligada, que poderá estar a base da evolução de valores, princípios e atitudes na construção duma sociedade mais cívica, próspera e sustentável.

    Lema Samurai: "Á exceção de coisa alguma, esteja preparado para tudo, inclusivelmente para nada" (como é o caso)

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  27. @Anónimo 14:52, que pena não estar identificado, mas obrigado e parabéns.

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