Apoio esta causa (mas sem aquele tipo)

Todos sabem que nós, no Simão Escuta, apoiamos minorias (por sermos anões). Mas neste caso não podemos deixar de fora uma maioria silenciosa e que tanto serviço público presta ao País. Um minuto da vossa vida poderá fazer a diferença para um senhor do Uganda que tem um furúnculo sexual.


Conheci esta causa no sítio certo.


Simão Escuta: por um mundo melhor e com mais requinte. E sem aquele tipo do vídeo. A sério, até eu com os meus abdominais trabalhados, faço um show mais atraente (poderão consultar o email do tasco a pedir valores. Também fazemos baptizados, casamentos e funerais).

20 comentários:

  1. Ninguém comenta? Comento eu, que achei interessante o tema.

    Hoje em dia não saberemos se iremos ver a cor do dinheiro que descontámos. O que acho positivo é legalizar-se estas profissões de forma a serem obrigados a terem locais visitados pela "ASAE" própria. Para espaço e pessoas, tudo lavadinho e tratadinho.

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  2. Eu consigo entender as pessoas a estarem de pé atrás com uma medida deste gênero. Quer se queira, quer não se queira (e não estou a condenar, até porque somos livres para isso mesmo) em Portugal ainda somos bastante tradicionais. E uma "legalização da prostituição" é vista com maus olhos, como foi da interrupção voluntária da gravidez e como é no caso da legalização de drogas leves. Respeito os dois lados e consigo compreender as justificações de ambos.

    A minha opinião para este caso em particular...pronto acho que é óbvia.

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  3. @O Tímido, diz-me que estive bem. Acho que somos só nós dois neste tema.

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  4. Nestas questões costumo ser muito prática, tirando ali a das drogas leves, como diz O Timido, porque isso tem muitas faces que precisam de ser estudadas, mas numa última instância também concordaria, dpeois das devidas provas e estudos.

    Neste caso, concordo com o que foi dito, somos um país que ainda não aceita bem o facto de se trabalhar num bar de strip ou ser-se actor/actriz porno por opção. E muito menos a prostituição.
    Nos dois primeiros, sou a favor, no caso da prostituição penso que deve haver certos parâmetros, porque uma coisa são mulheres de 30 (é uma idade, adulta, hipotética) praticarem prostituição, outra bem diferente são miúdas de 18/ 19 (isto quando não são menores), que acabam enredadas na teia do mundo da prostituição, muitas vezes sem saberem muito bem como foram lá parar.
    Digo que deve ser criado um sistema que permita que o trabalho do sexo
    deva ser visto como emprego, e deva por isso ter os mesmos beneficios (e não só) que os demais, mas também deve haver um filtro que impeça os casos que já referi a cima.

    Ah, e que o Pai Natal apareça na minha chaminé sff :)

    (acho que nunca escrevi tanto aqui)

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  5. Pensava que aqui não se versava sobre assuntos sério.
    Acho bem que sigam exemplos de outros países e se legalize algo que TODA a gente sabe que existe e sempre existirá. É uma forma de controlar a saúde pública e de taxar, já que se precisa tanto de dinheiro para a despesa.
    Já agora façam o mesmo com as drogas leves, onde temos uma lei que permite o consumo mas proíbe a venda, importação e plantação (podes consumir se começarem a chover, e mesmo assim não sei se não conta como importação...)

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  6. @Sufocada: a ideia é exactamente que ao terem que ser legalizadas para tal, se evitem que estejam lá sendo exploradas por outrém. Claro que irá continuar a existir um "mercado paralelo" onde o tráfico e a exploração será maior que a livre vontade, mas ao existir um mercado justo, esse mercado paralelo também terá menos procura...

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  7. Aquele Gajo, Concordo, e partilho dessa visão.
    Só acho que para já, está bastante longínqua.

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  8. @Sufocada, escreve, que nós gostamos de te ver debater um assunto sério.

    @Aquele Gajo, pediste a alguém para escrever por ti? Tu não és este. Volta por favor.

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  9. Acho que tinha de colocar um título como "Prostituição: vamos legalizar?", só assim a malta ia gostar de ler/comentar :)

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  10. Comentário do @B Cool que apaguei sem querer:

    "Legalize-se tudo, fica tudo legal ".

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  11. Preços para um funeral? Quero-te ao lado das dançarinas russas em cima das urnas de mogno! Exotismo fúnebre (a parte exótica será o facto de seres anão).

    (este funeral: http://osbota.blogspot.pt/2012/09/quando-morrer.html)

    PS: Desculpa o link mas é para contextualizar ;)

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  12. @Tiago BM, podes por o link, tens cativo por aqui. Como disse no outro lado, Falecer é agora, antes que se pague imposto.

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  13. Isso é uma indirecta para eu me matar ou um conselho de amigo? Nevermind, temos então de acertar as contas para o funeral e epá por mim era legalizar o negócio do sexo para ver a crise resolvida! Economia é dinheiro em movimento. Ora os velhinhos recebem a sua reforma, vão gastá-la nas Senhoras que depois o devolvem ao Estado em impostos e descontos para A Caixa!

    PS: Já paguei as cotas deste ano?

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  14. Para o pessoal que tem dúvidas, passe uma semanita em Amesterdão que perde as dúvidas ... Além disso, existem muitas casas de trabalhadoras de sexo em Lisboa e no resto do país que toda a gente, polícia incluída conhece, e não me estou a referir ao material congelado do reinaldo ...

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  15. @Tiago BM, nada disso, falecer pode aleijar, deixa-te estar. Legalize-se o resto e salve-se a Economia do País.

    @B Cool, priceless o final.

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  16. Ui, se aleija! Tive uma tia minha que morreu e depois teve de ser operada, acho que teve de fazer uma 'autópsia' e aquilo não correu bem e acabou por morrer! Pelo menos assim me contou a minha irmã mas ela também ainda é mais mentirosa que tu, por isso...

    LEGALIZE! Não as drogas, que isso faz-me mal à sinÓzitA (sou de Cascais, ok?) já para não falar que para efeitos alucinogénicos já basta o Governo e as suas leis malucas.

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  17. @Tiago BM, uma tia que morreu e depois teve de ser operada e morreu? Bom, todo este comentário devia ser digno de post. Parabéns.

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  18. Bem, sinto que ganhei um Emmy, só me faltam as mamas da Rita Pereira! É agora que faço o discurso?

    Quanto à tia... é uma história complicada...

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  19. hum hum além da saúde pública (argumente per se demais evidente para regulamentar quem a esta profissão se entrega por uns tempos ou uma vida) significa que depois passam a ter que passar recibo? Tinha piada, assim haveria mais provas do (anti)jogo de sombras de fcp

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