Violência nos testículos: Amnistia Internacional

Djaló é nosso!!!

Pois é. Chegou a hora. Estou cá para assumir responsabilidades.
No entanto quero deixar algumas notas:

- fui o primeiro a defender a contratação de Djaló;
- aprecio bastante o seu jogo, especialmente sem bola;
- o Seixal está com filas caóticas para ver Djaló em primeira-mão;
- Luce tem "star quality", suficiente para a querermos nas bancadas do Estádio.

Uma vez que se confirmou a assinatura do contrato de Djaló com o Benfica por 4 anos e meio, e não querendo esquivar-me à promessa feita há dias (onde afirmei que entalava os tintins num portão de ferro se ele viesse para o Benfica), gostava de propor ao caro leitor uma reflexão, a qual deixo sob a forma de inquérito ali à direita, de forma a decidirmos que acção deve ser tomada.
Opções disponíveis:

- Invocar a 5ª Emenda;
- Fazer uma tatuagem do Djaló nas costas;
- Pedir ajuda à Amnistia Internacional;
- Entalar os tintins e fazer a tatuagem para não te armares em parvo;
- Já é suficiente mau terem o Djaló, estás perdoado filho.

Estou aqui para cumprir. Só peço que a Amnistia Internacional seja alertada para o que para aqui vai...



Piada Farsola #1

Um industrial de Paços de Ferreira foi à Noruega comprar madeira para a sua fábrica de móveis.


À noite, sozinho no bar do hotel, repara numa loira encostada ao bar.

Não sabendo falar norueguês, pediu ao barman um bloco e uma caneta.

Desenhou um copo com dois cubos de gelo e mostrou-o à loira.
Ela sorriu e tomaram um copo.
De seguida começou a tocar uma música romântica.
Ele pega novamente no bloco, desenha um casal a dançar e mostra-lhe.
Ela levanta-se e vão dançar.

Terminada a música, regressam ao bar e é ela que pega no bloco.
Desenha uma cama, uma cadeira e uma cómoda e mostra-lhe.
Ele vê e diz:
- Sim, sim, sou de Paços de Ferreira...


Entalo os tintins num portão de ferro se...

...o Yanick Djaló vier para o Benfica.


(e se vier, apoiá-lo-ei como os outros)

Se estiver flat...



Basta verem os primeiros 40 segundos.
Nisto talvez eu seja bom...

Cera que ganha, não se mexe

Algum de vós, meus pategos, já utilizou gel no cabelo? Nolito, não estou a falar contigo. Já? Pois. E cera?

Os factos reportam-se há poucos dias. 
Mas para vos enquadrar, nos últimos anos optei por um visual diferente. Por dois motivos:
- tenho um pólo da Lacoste e, com cabelo grande, poderia ser confundido com um adepto do Sporting;
- apetecia-me mudar radicalmente para começar a espalhar magia.

A primeira premissa consegui resolver. A segunda parcialmente. Percebi que só tendo aulas com o Luís de Matos ou o David Copperfield é que me safava nesse tema mágico.
Posto isto, andei durante algum tempo, de cabelo rapado. Máquina 3, 2, 1, 0.5 e desenhos lamentáveis em alturas de forró, foram uma constante.


Ora o que cresce, acaba por mirrar. E desta vez resolvi, depois de alguns meses do cabelo ir crescendo, fazer um corte. Disse: é para cortar um bocado e pode fazer o que quiser.
Depois dumas tesouradas e de me esfarriparem o cabelo (ou qualquer outro termo feminino para quando se corta para dar aquele jeito meio despenteado e não muito certinho), até fiquei agradado. Não estava totalmente betinho, dava para trabalhar e para andar mais à vontade ao fim-de-semana.

Eis que aconteceu o inevitável nestas situações: 
- "ah, mas deixe-me penteá-lo assim e assado que já percebi que vai ficar mais ao encontro do que deseja."
- "era o que faltava, eu não uso gel."
- "mas eu ponho-lhe cera, o seu cabelo só lá vai assim...e prometo que não se vai notar que o tem."
- "OK, mas se ficar minimamente parecido com o C'stiano, parto isto tudo."

E pronto. Ficou "sim senhor". Gostei. Não se via nada no cabelo e estava nice, simples, uns farripos para aqui, outros para ali.
Perguntei que tipo de cera teria de usar, disseram-me que era "mate". Como não queria ser enganado com produtos da especialidade, fui ao Continente e pedi ajuda a uma senhora. Precisava do meu mate.
Trouxe para casa o que mais se aproximava disso. Dia seguinte, a prova.
Duche, cera...mau resultado. Notava-se um bocado, não conseguia despentear como queria, não segurava tão bem...um fiasco. E eu pensei "epá, és mesmo uma nódoa, amanhã tentas de novo". E assim fiz.
Veio o amanhã e...exactamente a mesma coisa.
Desisti!

Moral da história em dois actos:
1 - para acertar na cera certa, é preciso um truque de magia;
2 - em breve lá vou eu usar a minha máquina de ter por casa.

O Diário ganhou página própria!

Não querendo ouvir o vosso queixume (mais parecem o Capel a chorar ou o Bojinov a marcar penaltis) por ter o Diário na Ásia misturado com outros posts, resolvi criar uma página própria para o mesmo.
Continuarei a alimentar o blogue normalmente, ou seja, os posts serão colocados aqui, sendo replicados automaticamente na página exclusiva do Diário.

Desta forma poderão, se assim o entenderem, consultar, em espaço próprio, todos os posts relativos à viagem, começando com o Inquérito, Resultados do mesmo, Prefácio, Dia #1, #2 e por aí em diante.

Para quem nunca tiver lido, ou para quem quiser ler como se um livro se tratasse, comece de baixo para cima. 1º post em baixo, mais recente em cima.

Na barra à vossa direita, encontram o link com a seguinte imagem:


Carreguem nele e serão teletransportados para a Tailândia, Laos, Vietname e Camboja!

Para recordar

Para que fique registado, hoje é dia de lembranças:
- há 70 anos nasceu D'Eusébio;
- há 8, partiu Miklos Fehér, com o manto vestido.

Ao primeiro, obrigado por tudo. És eterno.
Ao segundo, nunca te esqueceremos. Eu não (*arrepio*).



As mulheres dos bonitezas

Ainda no seguimento da eleição dos jogadores mais feios, e antes de avançarmos para novo inquérito, resolvi fazer um pequeno estudo de mercado e tentar perceber com quem é que os nossos bonitezas Ribery, Puyol e Ronaldinho andam.

Isto para calar algumas vozes que dizem que as mulheres escolhem pelo tamanho. Da conta bancária.
Posto isto, vou mostrar-vos que só há amor entre esta malta.

Namorada do 3º classificado mais feio, Ronaldinho:


Noiva do 2º classificado mais feio, Puyol:


Mulher do BONITÃO, nosso herói e vencedor da categoria, Ribery:



Nota da Gerência:
- Ronaldinho safa-se bem. No entanto não acho que ela seja tanto como ali parece. Mas já se sabe, a produção certa faz milagres;
- Ribery tem uma mulher que é relativamente menos má. Vi outras fotografias e a senhora não tem gracinha nenhuma. Não é, de forma nenhuma, como as outras, nada de top model ou mulher de capa de revista. Mas para este Bonito, que é bronco, equivale ao 2º prémio do Euromilhões;
- Puyol é o Rei. Esta é mesmo "epá, sim senhor". Estrela em Espanha, aparece nas revistas e tal.

Se eles teriam as mesmas mulheres se não fosse o dinheiro? De certeza...nem admito que alguém pense o contrário.


Perdoem-me o vernáculo

O nevoeiro cerrado desta manhã levantou para eu ir almoçar. Chegando ao Magnólia, não havia o risotto que gosto, só tinham daqueles estranhos e que sabem mal, um deles com espinafres. A coisa começava a correr mal. Pedi o meu crepe de frango com mais umas cenas saudáveis (mas sem aipo, que a minha boa vontade tem limites), o meu sumo de maçã-limão e sentei-me, com o telemóvel no bolso.

Antes de desfrutar (como diz o Azeiteiro) da minha refeição, tirei o meu blusão castanho, cheio de bolsos e fechos, do meu corpinho bem feito e coloquei-o na cadeira onde me sentei. Um blusão com requinte.

Poucos minutos após ter saído do restaurante, lembrei-me de ver se tinha alguma coisa no telemóvel. Isto porque como sou um tipo discreto, uso apenas vibração como toque, portanto é provável que às vezes não vos atenda, seus montes de esterco. E quando digo montes de esterco, não é para gabar os meus amigos.

Pois é. Nesta altura já vocês perceberam que fui roubado. Eu só quero saber quem foi. Quem foi o filho de trinta cães que me meteu a mão no bolso do casaco enquanto eu almoçava. Porque foi lá dentro...sentou-se um tipo atrás de mim que ficou pouco tempo. Mas apanhei-lhe o apelido: Cabrão. Vamos ver o que consigo fazer com esta informação.


Roto leitor: "Ah, mas porque é que não tens uma aplicação que localiza o telemóvel?"
POC: eu tenho, mas tive que instalar uma nova ROM (actualização que apaga tudo) há dias e ainda não tinha a maioria das aplicações instaladas. Para além disso, deixa de me fazer perguntas idiotas, porque essa merda nunca dá nada, se o ladrão for esperto.

Roto leitor: "Ah...pois...que azar."
POC: azar é cair de costas e partir a pilinha. Próxima pergunta.

Roto leitor: "Ah..."
POC: páras com essa merda do "Ah..." ou tenho que te roubar o telemóvel? 

Roto leitor: "Hmm...então e porque não fechaste o bolso do casaco?"
POC: e porque é que estás a fingir que és outra pessoa e me continuas a responder às pergunta que eu faço?! A sério, pede para sair.

Se calhar é melhor andares com uma destas, não te falte a bateria

Cabrão, se me estás a ler, deixa-me só dizer-te umas coisinhas:
- és um ser repugnante, se fosses roubar para alimentar alguém, ainda tinha alguma calma, mas não foi o caso;
- o telemóvel que levaste, é dualsim, dá para dois cartões ao mesmo tempo. Porreiro, não é? Mas é chinês. Quando tentares fazer uma chamada com o telemóvel totalmente carregado, não demores mais de 5 minutos, senão ele desliga-se;
- ide mamar na 5ª pata do cavalo;
- um abraço.

O clone do HTC custou umas boas lecas, e apesar do problema da bateria, é bom. Mas é só um telemóvel. Há que ser pragmático.

E para aqueles que pensam em fazer dietas ou comer de forma mais saudável, espero que tenham aqui aprendido a lição. Porque ninguém me tira da cabeça que se tivesse ido comer um bitoque ou um hambúrguer, não tinha feito agora este post.

Bojinov e o Concordia


Overbooking

Dois jantares de aniversário na mesma noite. Acontece a todos, certo? Hoje é comigo. 
Eu, que gosto tanto de olhar para a agenda (do Outlook/telemóvel, calma lá que não ando com agendas, já me bastou fazer um Diário durante a viagem...) para organizar a minha vida, meti água desta vez.


Aí vou eu, desdobrar-me em dois eventos, qual Lili Caneças em presenças VIP.
É isso. Vou pensar que a minha presença é exigida para dar mais cor à festa. Com sorte até recebo um cachet no fim.

Adepto do Sporting em fúria (com vídeo)

Em primeira ou segunda mão, avanço de imediato, qual TVI, com as imagens dum adepto do Sporting que acaba de conhecer a mais recente pintura que o seu clube fez no túnel junto aos balneários.

Imagem do túnel sportinguista:


Faço o alerta que as imagens serão, eventualmente, chocantes. Agora sim, a reacção do adepto:



24/01/2011 - Halong Bay - Hanói (Diário na Ásia - #10)

O despertar foi pelas 7:50, mas ao vermos onde estávamos, nem custou.


O pequeno-almoço excelente, como não poderia deixar de ser. Adoro croissants com marmelada pela manhã. Pressionados pelo Peter, o xerife Sri Lanka do Paradise, dirigimo-nos para o barco de apoio, o qual nos levou a Ti Top, uma das praias mais bonitas em Halong Bay. 


Tinha um bar com música (!), rede de vólei e campo de futebol, tudo na areia. Mas o pior e melhor estava para vir: uma subida de 400 degraus até ao topo da ilha/montanha. É duro, mas vale a pena.




Novamente a vista...que dizer? Agora era panorâmica. E águias ou falcões voavam em volta do cume. Julgo que uma das águias estava a ser treinada para ocupar o lugar da Vitória na Catedral.


Esta turista pediu-me para ter uma fotografia comigo. Não percebi. O Jota que confirme, registou o momento aqui

De volta ao Paradise, ficámos 30 minutos à conversa com Colin, Rochelle e o casal Sam. Os ingleses conhecem bem Portugal, querem voltar (e nós tentaremos um encontro por certo), o os Sam querem ir visitar o golfe algarvio. A conversa teve de terminar abruptamente, tínhamos chegado ao porto, onde nos esperavam os respectivos motoristas para nos levarem de volta a Hanói, no nosso caso, novamente ao Elite.

Os canadianos regressaram connosco, também muito simpáticos. Mas eu já acusava algum cansaço e má disposição, ligeira, mas qualquer coisa se passava. Ainda deu para ver mais loucuras ao volante (fazem-se barbaridades sem descrição, todos buzinam, mas no sentido de avisar "atenção, vou passar") e adormecer todo torto no banco.
Despedimo-nos e fomos ao hotel deixar as coisas. Era hora de almoço.

A pé fomos até ao Hoan Kiem Lake, enorme, a 10 minutos a pé do hotel. Aí continuámos até chegarmos ao Museu de História, o qual vimos por fora (há que gerir o tempo, e em Ho Chi Minh existe um melhor), negociando depois, com um tuk-tuk vietnamita (aqueles em que vamos sentados na frente duma bicicleta modificada), a ida à Hoa Lo Prison e ao Templo da Literatura.

Hoan Kiem Lake
Museu de História
A prisão era verdadeira, com celas, artefactos e documentários do que ali se passou. Os franceses tomaram conta do Vietname e fizeram muitos presos (e mortos, por decapitação). Foi o primeiro momento de grande sofrimento deste País, mais tarde invadido pelos Estados Unidos da América.



Sim, uma guilhotina


Seguimos depois para o Templo da Literatura, guiados pelo tuk-tuk. Delirante. Mas já nem me preocupo com acidentes, não dá. O que me deixa doido são as buzinas. Já estou a perder as estribeiras com estes tipos. 


De tuk-tuk no trânsito e contra o trânsito

O Templo foi um semi-fiasco. Um corredor enorme para, no final, vermos um Buda (este tem outro nome que não me lembro) ao centro com os seus 4 melhores discípulos. Não podiam ter posto isso logo à entrada?!


A pé continuámos numa das avenidas principais, a qual tem 3 ou 4 nomes, consoante se vai andando. As lojas parecem organizadas, ou seja, 30 lojas de desporto seguidas, depois as de tecnologia (aqui não vale a pena comprar nada), depois sapatarias, etc.. E pelo meio vêem-se barbeiros de rua. E quando digo barbeiros também podia falar noutra qualquer profissão que consigam imaginar.

Por esta altura já era hora de ponta, ou no caso desta cidade, hora de pontão. Conduz-se tranquilamento pelos passeios, pois as estradas já estão lotadas. Eu desisti. Já quase nem olho para atravessar a rua. Dou um passo em frente e eles vão-se desviando, às dezenas numa simples travessia até ao outro lado da estrada. Eles que se cuidem, os portugueses estão na área.




Chegámos novamente ao grande lago, comemos qualquer coisa e eu segui para o hotel. Estava muito cansado, com dor de cabeça e muito frio. Cheguei pelas 19h e não mais saí, aproveitando para tomar um banho, iniciar medicação (genérico do Ben-u-ron) e descansar.
O Jota chegou hora e meia depois, com mais umas compras e algo para trincarmos. Ficámos na conversa a pensar qual seria o destino dos últimos dias e fomos dormir.
Sinto-me quente e talvez com febre. Amanhã é outro dia.

Apocalypse Later, Surf Now

Quando o mundo estiver para acabar, fazemos isto e seguimos para a Luz.



Resultados Inquérito #4 - jogadores mais feios

Sem mais delongas, deixo-vos com a vossa escolha:


Em breve avançamos para um novo inquérito, provavelmente de forma a elegerem as 3 cinderelas destes bonitões aqui do pódio.

A busca pelos contactos perdidos

E quando vamos sincronizar o telemóvel com o Outlook, como em centenas e centenas de vezes, e ele de repente apaga metade dos contactos da nossa base de dados (Outlook) e depois de inúmeras tentativas, os mesmos já não são recuperáveis? E depois descobrir que até os contactos do Gmail foram afectados?
Que belo início de semana!
 
A todos os que deixem de ser parabenizados no dia de aniversário, reclamem com...alguém, não comigo.

Estou para lá de lixado. Com F.


6ª feira 13, Sábado 14

Pois é. Sexta-feira 13.
Ainda está alguém desse lado?

A problemática da 6ª feira 13 é algo que remonta ao tempo dos dinossauros (e não dinossáurios, que faz deles uns seres menores). Consta que foi num dia destes que eles se extinguiram. Eles e os Delfins, que mais tarde vierem a público comunicar a extinção numa outra data, por medo que as suas carreiras musicais a solo terminassem também. Mas não se livraram. O resto já sabem, é história.

Ou o senhor Fonseca, que ignorou por completo este dia, e acabou por morrer anos mais tarde vítima de morte natural, aos 107 anos.
Quem tem mais cuidado são os argentinos. Em Buenos Aires muitos prédios não têm o 13º andar. Ou em Itália, onde retiraram o 13 da lotaria nacional. Ou ainda em Florença, onde a numeração das ruas é feita com o 12-12.5-14.

No entanto eu não acredito muito nesta teoria do azar. Chamem-me parvo.
Porque razão é que o dia de hoje será mais de azar do que qualquer um dos outros 354? Não faz sentido.

Estou-me a borrifar. Não acredito em nada disto. Até porque até agora ainda não me aconte

Eleanor

Talvez se lembrem do filme Gone in 60 seconds, em que Angelina Jolie fazia de 12 anos mais nova do que agora. Ah, e fica já aqui assente, para o roto leitor que acha que Angelina é este mundo e o outro, que ela não é tudo aquilo que a querem fazer ser.

Continuando. Eleanor, que nasceu em 1967 e é o ícone do filme, está à venda. É apenas uma de duas unidades que existem nas mãos de particulares. Mas pior que estar à venda é ir a leilão. Imaginem o que será se alguém mal intencionado levar Eleanor para casa. Ou pior ainda: alguém com um gosto em que diga "são as duas boas, mas ele fez bem, a Angelina é melhor que a Jennifer Aniston". A sério, não dá. Não há condições. 

D'Eusébio permitisse e eu ficava com esta paixão antiga. E acho que juntos faríamos um par muito atraente. Bom, com este Shelby GT500, até o Franck Ribery (sim, o que ganhou a vossa votação) parece atraente.



Se acharem que sim, que sim senhor, então entrem em contacto comigo de forma a fazerem um donativo para avançarmos para a compra desta maravilha. Em princípio, € 150.000 devem chegar. 120 para o leilão e o resto para despesas de representação.

"Ah, mas assim só tu é que andas no carro". Epá, por favor, arranjem argumentos válidos. Prometo que faço de Eleanor o "Autocarro do Simão Escuta". Quando fizermos o 4º jantar convívio do tasco, vai tudo nele. Pelo menos há um lugar vago ao meu lado. O resto depois vê-se, mas não sejam picuinhas nem forretas na hora de ajudar. 
Eu avanço com o dinheiro para a viagem, sábado terei que estar no Autosport International Show, em Birmingham, para colocá-lo onde merece: nas minhas mãos.


Botão de power, nitro, turbo, sai da frente Guedes, you name it

Conto contigo Anónimo! E com os outros!

Chouriça na cueca

Isso. É uma "keyword" que apareceu no tasco. Ou seja, a malta que cá vem, vem porque, dalguma forma, procurou no Google por "chouriça na cueca" e o gigante norte-americano empurrou-os para aqui.
Eu não sei se hei-de agradecer ou não. Mas acho que sim. É de valor. Até porque uma chouriça normalmente é grande. E daí o Google associar ao Simão Escuta.
É isto. Estou feliz.

Organização Secreta - maçom style

Após os recentes acontecimentos políticos dos últimos dias, venho propor-vos um novo projecto megalómano. O objectivo é criarmos uma organização secreta para:

- apresentarmo-nos publicamente (com nome completo, morada, filiação clubista, posição sexual preferida - não vale ajavardar, e se gostamos ou não de favas com chouriço), agendando uma conferência de imprensa na Loja Mozart, em que Mozer, antigo central do Maior, será nosso relações públicas;
- fomentar compras no Pingo Doce, pois fazem cabazes como ninguém e a poupança é realmente visível (estamo-nos a borrifar se estão na Holanda ou no Burkina Faso, todas as grandes empresas estão, é a única forma de conseguirem crédito);
- dizer ao Passos que é uma marioneta do sistema, que a Austeridade é uma treta, seguindo o raciocínio aqui em baixo:


- lançar a questão da impressão de notas feita no Estados Unidos: também podemos imprimir dinheiro em casa? Se imprimem dinheiro/valor que não têm/não existe, porque não podemos fazer o mesmo?
- deixar bem vincado que de política percebemos pouco ou nada. Com isto apresentamos já candidatura às próximas eleições, onde iremos criar, entre outros, o Ministério das Coisas (Anónimo será o Ministro) para garantirmos uma pensão como a do Eduardo Catroga;
- divulgar o Simão Escuta pelas Ilhas Virgens do Pacífico.


A respeito dos maçons e do tráfico de influências que exercem em cargos políticos, deixo-vos com esta:


Missão cumprida no Oeste

Saí da cama eram 9:30, depois de poucas horas de sono. 
O Miguel apanhou-me e seguimos viagem pela A16. Fomos mandados parar 3 vezes no espaço de dúzia/dúzia e meia de kilómetros. Eram os tipos da portagem.

A primeira paragem foi em A-da-Gorda, no meio de Óbidos. Trabalho, coisa para uns 45 minutos e direito a ver a Banda Filarmónica a desfilar e a colocar ao rubro cerca de 3 transeuntes, entre os quais eu e o Miguel. 

Seguimos até Leiria para o Miguel voltar às lides do ténis num torneio no Clube Internacional de Ténis de Leiria. Eu fui como adepto, papel que desempenho na perfeição, mas já lá vamos.
Este clube fica num enorme espaço verde. Os campos estão todos desnivelados uns dos outros, criando um efeito muito agradável com a Mãe Natureza pelo meio. No topo das instalações, uma esplanada "cumós ricos", onde almoçámos à macho antes do primeiro jogo.


Era hora de seguir para o court (se está aqui alguém a ler que seja mais terra-a-terra, eu chamo o court de campo, como eu gosto) com o equipamento do CLAC. Uma t-shirt com o patrocínio dum qualquer Hernandez da Remax. Com telemóvel nas costas e tudo.

Estava calor, por isso instalei-me a mim e aos meus adereços na bancada central. Para dar apoio em condições.


Em singulares, limpeza por 6-1 e 7-5. A coisa esteve tremida com 1-4, mas a minha condição de adepto dá a volta a tudo. Com gritos de incentivo intercalados com suspiros de desespero e insultos, o Miguel deu a volta no 2º set. Não admite que fui eu que fiz a diferença, mas tudo bem. Desde que ele ganhe, fico contente. Nota: o público chegou também a incentivar o próprio Hernandez.

Agarrado ao relógio, e com o Miguel a perceber a dica, assisti ao jogo de pares. 6-0 e 6-1. O dia estava feito. O CLAC, Clube do Entroncamento que defendemos no domingo, havia ganho esta jornada, vitória por 3-2, tendo a nossa presença sido decisiva com duas vitórias em dois jogos, num total de 5 disputados.


Havia lanche e tal, que esta malta gosta de receber bem as pessoas. Mas não dava. Foi de lamentar, mas não havia hipótese. Tínhamos que nos por a milhas dali e seguir para a Marinha Grande, tipo Speedy Gonzalez, um sul americano, para não desfazer no que aí vinha a seguir.

O estádio (?!) é espectacular: não se vê um boi. Nem boi nem vaca. Lugares todos muito junto ao chão, a própria publicidade atrás da baliza consegue tapar alguns lances, deixa-se de ver a bola. 
Exacto, fomos ver a Leiria contra o Maior.
Ao intervalo 1-0 para nós, grande golo de Bruno César no início do jogo, o Chuta-Chuta pegou (ai se eu te pego, ai se eu te pego) a bola a saltar e rematou forte e colocado para abrir o activo, como diria o Gabriel Alves! Importa referir que este golo só foi visto na televisão, porque por causa das brincadeiras do ténis do Miguel, chegámos uns minutos atrasados!
Mas era tempo de comemorar a coisa no bar...que não tinha luz. Nem o bar nem o interior do recinto. Fomos ao pré-pagamento ,onde o funcionário quase precisava dum capacete à mineiro para conseguir fazer trocos e dar as senhas dos comes e bebes.

De barriga cheia só ficámos mesmo no final: 4-0 (4 golos sul americanos, "Speedy Gonzalez style") e lances com grande nota artística em todos os golos: Óscar ao ângulo no 2-0, desvio fenomenal de Rodrigo para 3-0 e grande jogada de equipa no 4-0 novamente de Rodrigo, onde Bruno faz um passe de calcanhar no ar que é para rever.


Depois de muito cantar e saltar, era hora de regressar.
Um abraço ao JG, enorme benfiquista que conheci pessoalmente durante o jogo. Pena não ter dado para conhecer o resto da sua "turma", mas nem que seja preciso Funnil, Lupa ou outros que mais, havemos de nos encontrar novamente.

CARREGA, rumo ao 33!

Novo layout do Simão Escuta

Pois é. Só ainda não reparou, quem cá não vem. E mesmo assim tenho algumas dúvidas, porque isto é coisa para colocar a Lusa, RTP e BBC em polvorosa com a ânsia de garantirem o exclusivo.

A minha Mana teve a ideia de me oferecer um presente de Natal diferente. Achou, vá-se lá saber porquê, que o Simão Escuta merecia uma identidade própria. E vocês perguntam "ah, mas tu és um palerma e ninguém cá vem, para que é que te estás a por com mariquices?". E eu respondo "não vou desmentir a primeira parte, mas se estás a ler isto é porque vens cá oh idiota". Isto quando se trata com pessoas educadas é outra coisa. 
Retomando, a Mana, juntamente com a sua colega e amiga Iara, resolveram então presentear-me com este novo layout, o qual entrou em produção há algumas horas. Não recebia tão bonito presente desde que tive um GiJoe paraquedista. 

Com isto quero agradecer à Mana e à Iara pelo trabalho e dedicação que tiveram.

Sobre a Iara, precisam saber que é designer. Podem conhecer o seu portefólio aqui e outra das suas facetas aqui, onde poderão (e deverão) encomendar um presente super nice para crianças pequenas. O Coelhinho do Caneco!

Sobre a Mana, não podem conhecer nada porque ela não tem blogue nem Facebook (yeah, somos 2). Só precisam de saber que é minha e é a melhor.


A Gerência.

Info: problema com comentários resolvido

Caríssimos,

É com alegria que vos informo que de agora em diante, e se mais nenhum cataclismo ameaçar o Simão Escuta, poderão comentar o blogue sem restrições.
O leitor Bcool973 (muito obrigado) descobriu a solução para o misterioso problema que assolava a chafarica. Pelo que sei, muitos de vós, pura e simplesmente não conseguiam comentar, dava erro. Uma pequena alteração (passa a existir janela de pop-up) resolveu a questão!

Que agora mostrem que realmente gostam do tasco! Que isto de entrarem sempre sem pagar e a consumir...é do camano.


A Gerência.