Hoje é dia de sondagens! Inquérito #7 e #8

No local do costume.
A vossa opinião é tão importante quanto a apanha da uva é importante no Alasca.

A Gerência quer avaliar de que forma o leitor gostaria que o tasco fosse melhorado. É com mais estupidez? Com artigos de carácter religioso? Com entrevistas ao Goucha? Com mais mulheres nuas, póneis e anões? Enfim, votem em consciência.
Se tiverem outras ideias que não estejam mencionadas no boletim de voto, façam favor de registá-las aqui.


Mas... Pois é. Não uma, mas duas sondagens. Ainda a respeito do que a tmn fez connosco, o leitor deve decidir se a Gerência do Simão, Escuta deve ou não actuar. E se sim, como. Com uma manifestação pública na Assembleia da República? Com uma manifestação púbica no Intendente? Com uma carta endereçada à tmn? Ou ao Jorge Jesus?
Mais uma vez, se tiverem outras ideas, deixem-nas aqui.


O futuro deste antro está nas vossas mãos. Por isso lavem-nas antes de votarem.


Nota da Gerência: podem votar em mais que uma opção.

O tasco encontra-se em auto-gestão

Em virtude dos últimos desenvolvimentos, não nos resta alternativa que não seja a de anunciar a auto-gestão desta chafarica de mau gosto.

O Autor invoca 6 meses de ordenados em atraso. 
A Gerência vem repudiar esta contra-informação que vem sendo divulgada em vários orgãos de comunicação anti-social, até porque a verdade é que devemos também o prémio de assinatura, no valor de 2 chamuças (de carne, não venham cá com ideias) e 3 minis.

O próximo artigo está no forno e será ao jeito duma nova sondagem, deveras importante para o futuro do Simão, Escuta.

Não percam o próximo episódio, porque nós, também não!


Comunicado da Gerência - quase 5 dias sem posts

"A Gerência do tasco vem imiscuir-se e demarcar-se da posição extremada que o Autor tomou nos últimos dias. 

Foi levantado um inquérito disciplinar, o qual correrá os habituais trâmites legais.
Neste momento, em cima da mesa está a possibilidade do Autor ser substituído ou ter que passar uma semana com o Anónimo. 

A emissão segue dentro de momentos."


Piada Farsola #6 - no tribunal

Uma senhora foi presa por roubar no supermercado.

No tribunal, a conversa entre o Juíz e a senhora desenrola-se:

Juíz - O que é que a senhora roubou?
Senhora - 1 lata pequena de pêssegos.
J - E porque o fez?
S - Porque tinha fome...
J - E quantos pêssegos tinha a lata?
S - Tinha 6.
J - Então vou mandá-la prender por 6 dias, 1 dia por cada pêssego.


Antes que o Juíz desse por terminada a sentença, o marido da senhora levanta-se e diz:
- Senhor Juíz, tenha em atenção que a minha mulher também roubou uma lata de ervilhas...

Comunicado da Gerência - o mau gosto do Simão Escuta

Interrompemos neste momento a labuta para emitir um comunicado oficial acerca dalguns comentários (SMS's, e-mails, caixa de comentários) feitos por alguns leitores acerca do último artigo do tasco, o Dia Internacional do Monumento.

A Administração desta chafarica vem informar que ainda é detentora de todos os direitos e tortos acerca da mesma.
Como é dito lá em cima, no cabeçalho que serve de introdução ou prefácio (no meu caso, prepúcio) ao conteúdo do Simão Escuta, aqui só se aceitam posts ou comentários de cariz ofensivo. Ou mulheres nuas, póneis e anões.

Que é como quem diz, se não gostas ou se achas assim e assado e pieguinhas e coninhas e choninhas, vai de vela oh cabrão.
Este tasco é um local detestável, com minis e tremoços na mesa, com vernáculo, posters de mulheres nuas com anões, pastilhas coladas debaixo das mesas e muita podridão.
E assim vai continuar.

Se acham que falo no menir (Oi? Falo, menir...pleonasmo?) porque me estou a promover, estão enganados.
Tenho a pila mais pequena do mundo. Simplesmente apelido-a de menir desde que tinha 3 anos e 2 quartos (onde fazia amor, ora num quarto, ora no outro).

Na verdade caro leitor, só faço o que posso com o que tenho.


20 de Abril de 2012, os Administradores,


O (meu) Menir e o Dia Internacional do Monumento

É verdade. O dia chegou.
Milhões e algumas dezenas de leitores ansiavam por este dia. O Dia Internacional do Monumento. Ou por outras palavras, o dia do Meu Menir.

É nestas alturas que raparigas, mulheres e alguns póneis se juntam para celebrar aquele que é o maior monumento de que há memória na Península Ibérica, nomeadamente na zona de Xabregas.

Aliás, há quem diga que Portugal sem o seu menir é como Paris sem a Torre Eiffel. Como um bitoque sem ovo ou como Roma sem o Papa (porque é que se escreve assim se lemos Pápa?!).
É, a par da Grande Muralha da China e do bigode de Luís Filipe Vieira, um dos únicos monumentos passíveis de serem avistados do espaço.


Não me quero gabar. Não. Nem admito que alguém pense o contrário. Se digo que tenho um menir, é num sentido de adoração da arte urbana. É como ir à Casa das Histórias da Paula Rêgo e ficar a pensar "A sério?  É isto? Estão ali umas cenas maradas com pêgas. É arte, mas...".

Em virtude do Dia Internacional do Monumento, o Estado Português decidiu oferecer entradas gratuitas nos monumentos tutelados pelo IGESPAR (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico).
Não querendo ficar atrás, o Simão Escuta, em mais uma rubrica de Serviço Público, e em estreia mundial, anuncia agora que se hoje existem entradas gratuitas nos monumentos, então aqui o menir também terá entrada gratuita nos...monumentos que populam por este tasco.

Para a leitora, tudo. Para o leitor, um grande abraço.

Morte súbita, o coração e o desfibrilhador em Portugal

Morte súbita. Ou quase.
"Ah, o cabrão do Simão voltou a fazer um artigo sério, vou já mudar para o blogue onde ensinam a fazer crochet enquanto se faz o pino". 

Wowow, calminha oh Anónimo. Puxa lá a cadeira e ouve com atenção, que isto vai mais além.

Nas últimas semanas têm surgido notícias bastante tristes. Falo de mortes no Desporto. Não que sejam mais importantes que outras, mas estas têm o condão de nos chocar mais, por serem em directo ou por acabarmos a ver imagens de alguém que está a correr, a divertir-se...e de repente a vida termina num piscar de olhos.

O último desportista que perdemos assim foi Piermario Morosini, italiano de 25 anos. Caiu enquanto jogava pelo Livorno, na 2ª divisão italiana de futebol.

Piermario Morosini
Antes de chegar onde quero, trago neste caso porque trouxe-nos o que de melhor existe na vida. Morosini era jogador da Udinese, mas estava emprestado ao Livorno. No seu clube conheceu e tornou-se amigo do ídolo e capitão da cidade de Udine, Antonio Di Natale. Um fora-de-série que está num clube mediano de Itália desde 2004, mas donde se recusa a sair. Tem sido uma estrela época após época, marcando golos atrás de golos, sendo o esteio da equipa. 

Como seria a carreira dele se tivesse ido para um dos grandes? Não saberemos. Mas também já não precisamos. Di Natale ultrapassou tudo e todos. É maior que o futebol.
Para entenderem melhor, voltemos a Morosini. Perdeu a mãe aos 15, o pai aos 17. Depois o irmão , com problemas mentais, suicidou-se. Restou ele e a irmã Maria Carla, deficiente mental. Agora Maria Carla ficou sozinha. Ou talvez não.

Di Natale já requereu a custódia da irmã de Morosini. E parece que foi aceite.
Aos 34 anos, e apesar do dinheiro que tem, disse para ele próprio que ia fazer isto, com todas as implicações que terá na sua vida.
Não encontro grandes palavras para descrever tal acto. Se já o tinha em grande consideração por ser grande jogador e lutar numa equipa mais limitada, neste momento Di Natale ultrapassou as barreiras do futebol. É enorme. Gigante. E fico-me por aqui, porque pensar muito nestas coisas emociona-me. E eu não sou gajo para lamechices dessas.

Antonio Di Natale

Anónimo, acorda. Começa a ouvir a partir daqui.

Agora imaginem que alguém, em Portugal, sofre um ataque de coração e necessita dum desfibrilhador para lutar pela vida. Agora imaginem que existem poucos desfibrilhadores pelo país. 
Agora imaginem que um bombeiro, com um curso próprio para este tipo de acidentes, tem consigo um desfibrilhador que pode salvar a vida a alguém. Agora imaginem que, antes de utilizá-lo, tem de fazer uma chamada telefónica a pedir autorização para o utilizar. Agora imaginem que a autorização demora, em média, 10 minutos a chegar. 
Agora imaginem que uma espécie de borrachas que se colocam nas pás que ficam no peito, podem ou não ser utilizadas. E que apesar de garantirem melhores resultados, e porque custam cerca de € 40, muitas vezes não são utilizadas.
E agora imaginem que 10 minutos sem batimento cardíaco, são 10 minutos em que o sangue não vai para o cérebro. Agora imaginem que muitos dos que sobrevivem, acabam vegetais porque os danos cerebrais são irreversíveis, fruto dos minutos sem oxigenação do sangue.

Pronto. Agora imaginem que isto passa-se nalgum País de Terceiro Mundo.

E era só isto.


De qualquer forma, Obrigado Di Natale.

BILF - a indignação com os resultados

Foi com muita surpresa, orgulho, indignação e revolta que soube que tinha sido nomeado para BILF. 

Para os mais desatentos, trata-se do maior concurso de sempre, depois dos prémios para melhor cabeçalho. Blogger I'd Like to Fuck. É este o verdadeiro nome do concurso que teve lugar aqui, e onde podem ler o discurso do vencedor, o Aflito
Basicamente este concurso está relacionado com homens que, através da sua escrita, fazem com que as mulheres enlouqueçam de prazer, se dispam e sintam orgasmos múltiplos noite dentro.
Alguém me corrija se estiver enganado.

Exactamente por estas razões, senti que a minha idoneidade estava a ser posta em causa.

Rapidamente tratei de boicotar o concurso e exigir o último lugar do mesmo. Alguns seres com distúrbios do foro psíquico tiveram a distinta lata de votarem em mim. Os resultados limitaram-se a dar a conhecer o vencedor (os meus parabéns Aflito, se tivesses mamas, bilfava-te), omitindo, talvez por conveniência, o último lugar da tabela.
Isto porquê? Porque estou na posse de informação previlegiada, que me confirma que não fiquei em último, mas sim talvez em 10º ou 11º de 14 concorrentes.


Ninguém me tira da cabeça que isto é uma cabala. Em sede própria, invoquei o "Rebenta a Bolha", o qual foi ignorado, talvez por não saberem que o POC era o animal do Simão Escuta.

Neste momento exijo a recontagem dos votos até terminar em último lugar. Ou então até os Delfins se juntarem outra vez.

E ficamos assim.
Se existirem novidades, serão os segundos a saber. Primeiro ligo à mamã.

Oi? Coincidência? Infiltrados?

Hoje é dia de apresentação duma nova campanha de publicidade da tmn. Escrevo-o com letra pequena porque são eles que o escrevem assim. Modernices, mas nem fica mal.

E perguntam vocês com ar exclamado enquanto se levantam das mesas com a mini nas mãos e a cuspir tremoços: mas porque raio é que vens falar disso aqui? Aqui é só póneis, mulheres nuas e anões!
Bom, e eu respondo: vamos lá a acalmar, tudo a sentar nas mesas novamente que eu hoje não estou para brincadeiras. É dia do beijo e não me cai nada.

Adiante. Hoje a tmn lançou a campanha, a "tmn, vamos lá", através da agência Ogilvy. É super nice. Vai passar na rádio, televisão, meios online e nas ruas, através de muppis e outros que tais.

Imaginem vocês que, alguém, um iluminado, teve a ideia de fazer a campanha com figuras públicas, só com a cara delas, enquanto estão a gritar para alguém, com as mãos ao lado da cara.
Eu pensei: epá, grande ideia! Mas acho que já vi isto nalgum lado.


Alguém vê alguma semelhança? É plágio ou é cópia?

Bom, será por certo uma coincidência. Mas está a valer a abertura dum processo-crime em tribunal. É o mínimo. Isto se os caros leitores estiverem de acordo, claro.

Com o dinheiro em catadupa que vai entrar nos cofres suíços do Simão Escuta, fica a promessa de, para além do bar aberto a minis e tremoços, juntarmos uma caixa de palitos em cada mesa.

O que vai suceder a seguir? Alguém inventar postais para serem deixados nos carros dos condutores que cometam infracções ou desrespeito pelos outros?

Temos aqui algum infiltrado? Ao menos está milionário depois disto? 


Nota da Gerência: não me venham cá com teorias de que eu sou só parvo e que isto não é cópia, que qualquer pessoa já fez isto na vida. O Simão Escuta foi o primeiro a fazer isto! No mundo!

Para perder mais uns leitores: parqueamento à patrão

Gosto muito. De bitoques e parqueamentos.

Um tipo pega no carro (alguns pegam na viatura, outros pegam de...bom, adiante) e vai para casa. Ouve uma música, canta e encanta pelo caminho e chega à sua rua. "Ahhh, fim do dia, finalmente em casa". 

Errado. Já só existem lugares na outra rua, porque a minha está completamente lotada. "Ah mas em Serapilheira da Serra moram assim tantas pessoas?", pergunta o caro leitor. A resposta é não. Mas vivem muitos que são completos inergúmenos.

Passo a explicar. Existem alguns automobilistas que não precisam apenas de um, mas sim dois lugares de parqueamento. Porque são especiais. Porque têm carros especiais. E porque têm direitos que eu, por exemplo, não tenho. Nem quero.

Não sejam assim, a senhora não tinha espaço!!!

Sabe sempre bem passar pela rua e ver gente a estacionar como bem lhes apetece, sem respeitar nada nem ninguém. Como entra, é como fica. É à patrão!

Estou a pensar avançar com uma de duas soluções:

- uma mais dispendiosa:


- outra mais em conta e mais...elegante. Deixar isto no vidro da viatura:


E pronto, agora que perdemos mais uns leitores, podemos seguir em frente e parquear no lugar dos deficientes. Porque também é de valor, vê-los a eles e elas a estacionarem à porta do restaurante ou do centro comercial, porque padecem duma deficiência mental grave que não lhes permite raciocinar, mas permite conduzir.

Anónimo, um grande abraço, venham de lá esses ossos!

Want to see Big Ben?

Como já tinha dito no Facenice do Simão Escuta, ando em contenção de custos.
Para evitar gastos com preservativos, resolvi engordar e deixar crescer o cabelo. Está a resultar.

Felizmente tenho leitores fiéis que não me querem deixar entrar em completo celibato. Vai daí, um atento leitor de Londres, resolveu enviar-me algo que é, efectivamente, a minha cara. Ou o meu menir. Mas é igual para o caso.
Cortesia dum leitor de Londres. Não. Afinal foi só lá passar férias.

E é isto.

O dérbi visto por dentro e o que de errado existe na sociedade

Alerta: este artigo é sobre quem nos rodeia, sobre a sociedade. O futebol foi só o veículo utilizado.

Evito escrever aqui sobre futebol. Acho que já existem vários espaços próprios para o efeito. Mas, e porque a época terminou ontem, serve o presente para fazer o meu balanço do dérbi. 

Neste parágrafo vou apenas dizer que, apesar do apitador estar encomendado (não pelo Sporting), quem joga o que o Benfica anda a jogar, não merece ganhar nem falar de arbitragens. É verdade que todos têm dias menos bons e às vezes até se ganha jogando mal, mas já chega. Sobre Vieira e Jesus já falei anteriormente e...ontem, era tarde.

Deixo-vos a minha visão do jogo, de quem vai cedo para a Luz e ruma, em cortejo, até ao estádio do rival.

São momentos únicos. A maioria de prazer. A maioria bons. Pelo meio petardos (alguém que me explique qual é a graça e o motivo de festa fazer algo rebentar com estrondo) e alguns que se acham acima da lei. Enfim, a malta fecha os olhos, vai para se divertir e porque é realmente bonito ver uma massa enorme de gente a puxar para o mesmo lado.

Aqui podem ver como se vive uma parte do momento.


Mas não vos escrevo pela parte boa. Escrevo pela outra. Mas já lá vamos.

Após o apito final, os sportinguistas festejaram a conquista da sua primeira Liga dos Campeões. Foi uma festa enorme, como há muito não via. Festa bonita. Ah, mas afinal só ganharam um jogo num campeonato que para eles só resta saber se ficam em 4º ou 5º? OK. Ia jurar que era a final da Liga dos Campeões. Pronto, adiante. Acho que ser do Sporting é um bocado isto. Só espero que o meu clube não vá pelo mesmo caminho (porque está a ir).

E após o apito final, os adeptos do Benfica deram uma prova do seu valor, depois de verem ali a sua época terminar. Aos cânticos de insulto, respondemos com o nosso hino, com apoio. O costume, um apoio monumental e 15-0 nas bancadas. Orgulho. Bonito.

Dizia eu, que após o jogo ter terminado e todo o estádio estar vazio excepto na nossa parte, um pequeno grupo de adeptos pegou fogo à bancada, uma amostra de fogo, mas fogo. Depressa me insurgi, gritei, insultei. Exclamei que o Benfica não é isto. Que era uma vergonha fazer-se isto. Mais gente se juntou a mim, houve clima de tensão, gritos de "vocês são uma vergonha" e a coisa acalmou. Os bombeiros já estavam lá perto, ficou tudo resolvido.
Sabem o que sucedeu? Fui insultado por 3 indivíduos. Em jeito de ameaça física. Porque estava contra a selvajaria. E porque "se calhar preferias que fossem pegar fogo ao nosso estádio".
E nestes momentos sinto vergonha. É o problema de não ser o Clube a escolher os adeptos, mas sim os adeptos a escolher o Clube.

Pelo meio, gritei algumas coisas (sim, sou completamente descompensado quando estou no estádio) e fui aplaudido. Nunca me tinha acontecido tal coisa.
Antes de deixarmos o estádio, vem um rapaz ter comigo e diz "estivemos a ouvir-te, és um grande benfiquista, parabéns". Agradeci, estendi a mão e toma lá um bacalhau. Ele insistiu e eu fiquei meio sem graça, mas respondi "bom, se achas isso tudo até te digo, vai ao Simão Escuta que...". E sou interrompido: "Ah tu és o Simão Escuta? Já lá fui!". E eu sorri. Sensação estranha.

Lá fora, seguimos caminho por Telheiras, como é hábito.
A certa altura podia ter acontecido algo mais grave. Sem sabermos o porquê, centenas e centenas (talvez mais) de adeptos que seguiam em bloco, voltaram-se para trás e começaram a correr, literalmente a fugir de qualquer coisa. O que gerou isto? Pessoas, umas contra as outras, em pânico, descontroladas. Algumas caíram, poucas felizmente. Senão seria um atropelo monumental. Foram poucos os que precisaram de ajuda.
Trouxe para casa uma marca no braço esquerdo, que nem sei descrever donde veio: se de alguém que veio contra mim, se de algum poste onde tenha batido no meio da confusão. Foi tudo muito, muito rápido.

Haviam mulheres e crianças. Apesar do número residual, algumas choraram, outras nem queriam continuar.

EDIÇÃO: o Pedro, do Mágico SLB, descobriu o vídeo que mostra o que sucedeu ontem. Basta verem os primeiros segundos (que acabam por se repetir mais à frente, nalgumas "réplicas" do sucedido).


E o futebol é isto. Só que o futebol não é isto.

A propósito do desagrado das leitoras

Tenho um Excel onde aponto a nota que cada um dos leitores merece ter. Tem 10 linhas, e conta com a minha família até à parte dos tios. Mas é um Excel tão válido como outro qualquer.

Ultimamente tenho reparado que existem algumas leitoras indignadas porque sentem que, dalguma forma que não consigo entender, não sou justo nos posts que tenho feito. Isto a propósito da virilidade das fotografias que coloco quando falo de homens bonitos e atraentes. Como estes:




Não compreendo as queixas.
Devo informar que existem algumas leitoras que têm acumulado o sinal "menos" na caderneta. Ou, neste caso, no Excel.

Sem mais delongas, e para quem tanto me tem criticado (o que me chega a provocar uma lágrima no canto do olho de tanta emoção - ou de riso, às vezes baralho-me), deixo-vos isto:


A Páscoa para o menino e para a menina

Compete-me informar que, apesar de mais uma data festiva, o tasco mantém-se aberto.
É triste um homem prescindir de estar com a família para manter a porta aberta...e nem um cliente aparecer.

De qualquer forma, às minis e aos tremoços, juntam-se hoje as amêndoas. Tudo por conta da casa.

E porque a Páscoa é para eles e para elas, aqui fica o vosso miminho:



Que concurso mal feito...nem foi aos Pólos

Pois é. O Autor é fraquinho, já todos sabemos. Mas agora ficámos a saber que meteu água nas nomeações do grandíssimo concurso de Melhor Cabeçalho - Categoria Diário Feminino.

O sucedido? Bom, os critérios de selecção de cabeçalhos diziam que tinha de ser algo original, que desse trabalho e tal. Pois bem. Fui enganado pelo profissionalismo do cabeçalho Pólo Norte, o Quadripolaridades.

Este belo cabeçalho foi, afinal, fruto de árduo trabalho. 
Sendo assim, e porque este cabeçalho é "sim senhor", resta ao Autor meter os pés pelas mãos e anunciar que, apesar de não fazer sentido e disto tudo gerar descontentamento no leitor, este cabeçalho está em votação, a correr por fora, tal e qual os suplentes fazem antes de entrar em campo.

Depois, através duma média aritmética absolutamente especial e infalível, a qual poderá nem vir a existir, irá ser atribuído um número de votos, provavelmente em virtude dos comentários que entrarão nesta caixa.

Quem deixar comentário a dizer:
- "Voto", dá 1 voto;
- "Simão Escuta, pior blogue do Universo", 2 votos;
- "POC não tens categoria para este blogue", 3 votos;
- "este concurso é ridículo e parei aqui por engano", 4 votos;
- "apesar de teres metido água, acho-te incrivelmente atraente", 5 votos.

E é isto. 
Agora toca a votar, aqui e ali à direita!


Nota da Gerência: antes que me venham insultar, todos sabemos que isto não faz sentido nenhum. Mas julgo que um post que não faz sentido, é sempre uma mais valia num tasco rasca como este. De qualquer forma, é de bom tom este cabeçalho ter menção e votos a correrem por fora.

Falou e disse #3 - homens todos iguais?

Para as mulheres que dizem que os homens são todos iguais, eu pergunto:
- quem é que vos mandou andarem a experimentar todos?!

Terá sido ela a começar o ditado?!

E pronto, julgo que estamos conversados acerca deste já quase ditado popular.
Serviço Público, pois claro. Nada que agradecer.

Melhor Cabeçalho - Última Categoria! Diário Feminino!

Depois dum circuito sinuoso onde as outras categorias se bateram pelo melhor resultado possível, eis que chegamos à fase em que as candidatas a Diário Feminino com melhor cabeçalho saem da última curva, aquela mesmo antes da recta da meta. 
Será um sprint que se adivinha louco e disputado, entre a nata e a baunilha do que melhor se faz por aí, e também em Xabregas.

Visto ser eu a mandar no tasco, adicionei um blogue aos 6 anteriormente escolhidos. São agora 7 magníficas a concurso.

É pois, com alguma emoção, que anuncio aberta a votação para a última categoria deste já tão proclamado prémio.

As candidatas são:

Diário Feminino:










Juntamente com o staff técnico do Simão, Escuta, estamos a providenciar prémios inigualáveis por essa intermete fora. Aguardem, em ânsias, mas aguardem.

Não fumas, não bebes, não f0de§

Em virtude dos últimos comentários recebidos neste tasco (aproveito para dizer que existe pouca ordinarice, se os leitores são pessoas cultas, inteligentes e instruídas, posso pensar em acabar com isto duma vez por todas), sinto-me na obrigação de esclarecer alguns pontos importantes acerca do Autor.

Se está escrito que "acordei e tirei logo um cigarro", mas lá em baixo nas etiquetas diz "eu não fumo pah", e mesmo assim recebo comentários acerca das minhas preferências, só me resta concluir que não andam a ler os artigos até ao fim. E o fim é como no jogo do fim-de-semana, jogo esse que só acaba quando o apitador apita. Neste caso, o artigo só acaba depois das etiquetas.

Sem mais delongas, e para esclarecer o curioso leitor, não fumo e praticamente não bebo álcool. O que me leva a ter que compensar este facto na última premissa do título do artigo.

"Ah não sei quê, mas assim não sabes fazer círculos com o fumo! Nem ficas alegre com uns copos, és um xoninhas e não te divertes!".

A partir de agora vou pedir leite quando sair à noite

Pronto, e é aqui que eu digo:  "oh Anónimo, vai mas é fazer renda para o Bairro Alto, às 2h da manhã, num dia de chuva. E não me chateies".

Nunca precisei de mais ou menos álcool para aprontar, fazer asneiras, ter ideias parvas e imbecis, rir-me que nem um perdido e estar na mesma onda que os outros.
Mais, nunca fumei um cigarro, apenas achei que dariam uma boa introdução naquele artigo. Sim, é verdade, nunca fumei um cigarro.
Por altura dos 14 (pelo menos na minha altura) anos, a malta começava a experimentar um cigarro ou outro. Eu, imbecil que sou, pensava "mas que raio, aquilo faz mal...e quem experimenta fica viciado. Não quero isso para mim, portanto prefiro nem experimentar". E como tinha mais que fazer e pensar, e a vida dum adolescente estava cheia de desafios, facilmente marimbei-me no tabaco. Fui quase posto de parte porque não alinhava nisso, mas entretanto as coisas normalizaram.
Entretanto os anos passaram e a curiosidade perdeu-se. E um charuto e outros que tais serviram para experienciar a coisa.


Com isto quero dizer que não fumo e que pouco bebo. E portanto tenho equilibrado a balança com a tal premissa que vem depois do "não fumas, não bebes...". É isso. Não sei se o faço com a regularidade que desejo, mas sei que o faço com estilo (gosto de achar que sim, não me aborreçam).

Ah, e não sei fazer círculos com o fumo, mas sei deixar uma mulher a fazer círculos sem parar. E é isto.