Movimento "Um dia sem blogues"

Em mais uma acção perfeitamente inédita a nível mundial, a equipa técnica do Simão Escuta, na pessoa do seu taberneiro mais eloquente, apresenta o Movimento "Um dia sem blogues".

"Ah, vamos todos deixar de abastecer na Galp durante um dia, para eles aprenderem", não, a sério, isso é para meninos. 
Vamos ser Homenzinhos e perceber que se queremos que o Mundo mude, para isso são precisas acções com impacto a nível mundial, acções que as pessoas valorizem, que nos façam pensar, que nos tragam mais valias.

Sendo assim, o objectivo passa por todos os blogues entrarem em blackout durante 24 horas. O objectivo é termos as plataformas Blogger, Wordpress e outras completamente offline no próximo dia 06 de Agosto.
Para assegurarmos que esta campanha de Responsabilização Social resulta em pleno, todos os blogues terão uma mensagem muito particular:

"Blogue encerrado por motivos. Visite Simão Escuta (com link) e seja feliz"

Desta forma o leitor poderá, finalmente, conhecer o pior antro da blogosfera. Falo deste, claro. Este que, curiosa e aleatoriamente, será o único a funcionar neste dia.
Avanço com a promessa de posts em barda, póneis, mulheres nuas, anões, muita mini e tremoço.

Será o Movimento mais bem preparado de sempre. E por uma causa nobre.


Os interessados, leia-se todos, deverão rezar 24 Avé POC's e inscreverem-se nesta caixa de comentários.


Simão Escuta: por um mundo melhor.

Amigo violado em sexo oral

Através do seu enviado especial para a zona das Amoreiras, o Simão Escuta apresenta novo exclusivo, desta vez na senda dos crimes hediondos que têm sido praticados nos últimos tempos.

Aconteceu na Noruega, mas podia ter sido na casa do Autor, se ele tivesse sorte.

Não quero explicar nada, estou chocado e bastante revoltado. Atentem bem no sucedido:


Ou seja, o amigo recebeu uma chamada de indicativo internacional mas ficou ofendido e com graves sequelas. Está certo.

Apresento-vos os meus amigos japónios

Já vos falei no meu primo que está emigrado na Suécia, certo? Sim, mas isso não tem nada a ver com o post de hoje. 

Aquando da minha viagem por Marrocos (será que dará reportagem?), conheci dois japónios que muito me fizeram rir. E vocês sabem que eu não me rio com frequência. Aliás, normalmente só me rio das minhas piadas, porque as outras são fraquinhas. Adiante.

Crista vermelha é o Gamar, crista amarela o Jobat. Juntos formam os Gamarjobat. 
Eles começam com um grande problema: têm olhos em bico, por isso são chineses, mas dizem que são japónios. É indiferente, são chineses, mas passam por mentirosos.

É verdadeiramente aborrecido terem que visualizar um vídeo, mas diria que vale a pena. Se não quiserem, podem sempre ir visitar um blogue sobre aquacultura.

Senhoras e Senhores, Anónimo, somente para vocês, em exclusivo, Gamarjobat! 



Vai para fora cá dentro - Braga (1/2)

Depois de conquistar a Ásia, a equipa do Simão Escuta, na pessoa do seu Presidente, Administrador, Electricista, Motorista, Empregado de mesa e Moço de Recados, elevou a fasquia e decidiu passar para lá do Mondego, mas sem perder pontos. O destino: Braga.
Fica aqui o roteiro a não perder.

Bom Jesus

Braga, a cidade dos arcebispos e dos estudantes, recebeu-nos no Bom Jesus. No Monte Espinho encontra-se então a Estância do Bom Jesus, composta por uma longa escadaria, onde existem várias capelas, e por uma Igreja no topo. Pelo meio, lagos, muitos espaços verdes (impressionante a quantidade de pessoas que fazem piqueniques!), um elevador e um complexo turístico, gerido pela...Igreja. São 4 hotéis, sendo o mais conhecido o do Elevador. Fiquei no do Lago, mais condizente com o dinheiro que a publicidade tem dado aqui ao tasco. Aproveito para pedir que continuem a clicar na publicidade ali à esquerda.

Uma das muitas zonas de piqueniques

O lago principal



A preparar o retrato
Primeiro o negativo. Depois "fotografa-se" o negativo para obter o retrato.


Elevador hidráulico


Vista do restaurante no Hotel do Elevador

Sameiro

O Santuário do Sameiro é ainda mais acima do Bom Jesus. Faz-se a "Rampa da Falperra", sobejamente conhecida dos amantes de rális, e está-se lá. 
Este Santuário mariano só é ultrapassado por Fátima. É aqui que, na gíria, se estuda para padre. Abaixo, temos uma imponente escadaria, a qual nos dá uma vista magnífica sobre a cidade. Aqui, somos ledeados por dois pilares, um da Virgem Maria, outro do Sagrado Coração de Jesus.





Galeria Mário Sequeira

Desde 2003 neste magnífico espaço em Tibães, numa perfeita integração dum edifício moderno no meio da paisagem, a galeria concentra exposições de arte contemporânea. 
O edifício está afundado na paisagem, sendo praticamente imperceptível notar os desníveis e integração do mesmo no imenso relvado. Fantástico.
À hora do almoço não se pode visitar a exposição, no entanto a Sr.ª Maria Miguel não deixou o Simão Escuta de mãos a abanar e fez uma breve visita pelo espaço interior, mas especialmente exterior. Simpática vezes 10, e orgulhosa do que mostrava.






A parte 2/2 da visita a Braga segue em breve.

Alguém gosta de ouvir música enquanto faz amor?

Se a resposta à anterior pergunta for "sim", então a solução é, durante o momento solene, ouvirem um albúm ao vivo.
Assim, terão aplausos a cada 3 ou 4 minutos.



Enviado pelo nosso enviado especial em Brasília, Filipe. Roubado daqui. Grande Will Ferrell.

30/01/2011 - Siem Reap - Banguecoque (Diário na Ásia #16)

O despertar foi tarde, e ainda bem. O Jota trouxe-me uns croissants do pequeno-almoço.
Foi despachar, pagar e seguir para o mais bonito aeroporto do mundo, pelo menos até agora. 


À despedida, e já magro para xuxu, tempo para convidar as cambojanas para uma última dança.





Eram cerca das 14 horas. Esperámos e lá fomos nós para Banguecoque, desta vez, se não estou em erro, pela Bangkok Airlines. A habitual benção e 45 minutos depois estávamos a aterrar, eram 17:30.

O Jota viu a sua ida à Austrália complicada, pois era necessário tratar de muita papelada para se conseguir entrar. Sendo assim preferiu ficar pela Tailândia e Laos. Acho que faz bem.

Arrancámos do aeroporto para o MBK, para as últimas compras, incluíndo uma mala para eu regressar com a nossa tralha toda.
Daí fomos até ao Baan Dinso, o hostel que nos recebeu nesta odisseia, onde estava um cacifo com mais coisas para trazer. Juntámos tudo na nova mala e eu segui para o aeroporto, pois minutos após a meia-noite irei apanhar o avião para Zurique.

Despedimo-nos com um abraço, agradeci-lhe por tudo. E ainda lhe enviei uma mensagem, dizendo que gosto muito dele (pausa - à distância de ano e meio, isto é ridículo, o Jota é um anormal, não dá para gostar assim tanto - oxalá ainda possamos ir para África!). Os últimos dias foram só problemas e pouco divertimento. Lamento.

Tenho bilhete para executiva pela primeira vez (isto também não me vai sair barato) e com cadeira de rodas, para não andar quilómetros lá dentro a pé e com as malas. De início pareceu-me tudo um exagero, mas acreditem, ainda bem que assim é. Estou esgotado e nem pensar que estou recuperado.

Se não vos escrever amanhã, já sabem, comida para os peixinhos. Bom, e quero aproveitar esta oportunidade que me estão a dar para, no momento da minha partida para o Reino de D'Eusébio, seja isso esta noite ou daqui a 100 anos, colocarem o meu cachecol encarnado comigo. 
Ouvi dizer que lá faz frio.

Simão Escuta vai ser cotado em Bolsa

Senhoras e Senhores, pobres, classe média e ricos, Benfiquistas e outros, Anónimo,

É com grande alegria que vos informo, em segunda mão e em exclusivo, que o tasco vai ser cotado na Bolsa de Valores de Serapilheira da Serra.
A Gerência, após prolongadas reuniões do seu Conselho de Administração com vários possíveis investidores, resolveu avançar para o já chamado PSI-21.

Irão ser colocadas 24 acções em Bolsa, cada uma com o custo unitário de € 1000, ou, no caso de se tratar duma leitora, de € 1000 mais uma fotografia nua, de corpo inteiro. Para facilitar.
Atendendo à elevada procura que se espera, cada leitor poderá candidatar-se apenas a uma acção, sendo que haverá sorteio em caso de necessidade ou do Autor querer realizar algum ajuste.


Na caixa de comentários poderão deixar a vossa inscrição em mais este projecto megalómano que o tasco patrocina. Na caixa de e-mail, as fotografias de carpinteiro. Que é como quem diz, corpo inteiro.


Os primeiros 50 candidatos terão direito à inscrição do seu nome no Muro das Lamentações do Tasco, obra que irá ser erguida, juntamente com o meu Menir, assim que as leitoras colaborem.

A Gerência.

Comunicado da Gerência - a Rosa Cueca e os pobres

A Gerência é obrigada a intervir: o Simão Escuta está a arder.

Após 3 dias de ausência e limitação no acesso à interMete, com posts colocados online vá-se lá saber como, eis que a caixa de comentários, de e-mail e de mensagens está inundada de ameaças à minha integridade física. Bom, não tanto, mas os leitores estão já a pensar transferirem-se para outro blogue.

Para quem não reparou, o post dos pobres mal cheirosos não foi escrito por mim mas sim pela Rosa Cueca. Se não gostaram, podem sempre ir ao blogue dela e encontram mais coisas para não gostar. De qualquer forma, importa referir que a Rosa Cueca, como calculam, não odeia gente pobre. Odeia gente que cheira mal por não se lavar, e eu também conheço alguns assim. Mas isso é outra coisa.

Lembrem-se, até Caco Antibes odiava pobre...



Odeio gente pobre.

Não sei se já perceberam mas gosto de começar post's de forma polémica.
Não há nada como atirar ao ar um "odeio gente pobre", para virem os classe-medianos dizer que é feio e que ser pobre é que é bom porque é uma vida honrada e honesta.
Eu cá não digo que não, mas prefiro, tal como vocês, dizê-lo com uns € no bolso, com aquele ar demagógico e compreensivo, citando excertos do jornal económico de memória, mas mudando de passeio não vá o dito pobre pedir-me dinheiro ou, pior, assaltar-me.

Atenção, façamos um exercício mental: Imaginem que têm um amigo pobre e vão sair à noite.

Vocês até gostam do tipo, mas...ele tem cheiros. Vários. Nenhum bom.
Ele cola-se a vocês e é muito entusiástico no contacto físico -> o cheiro passa para vocês.
Ele diz sempre "não vamos para aí que é caro" e depois de estarem num sítio chunga, crava-vos copos à mesma.
Ele não tem dinheiro para gastar em strippers e é feio demais devido a nunca ter mandado arranjar os dentes, ele (e as suas frustações) cola-se à vossa tentativa de engate e faz-vos parecer feios por associação.
Ele bebe demais com os copos que lhe pagaram e tens de o meter num táxi e..adivinhaste: pagar a corrida ao taxista.

Ficas uns anos sem ver o tipo, achando que acabou por morrer numa chuva de tiros, mas afinal está à saída do metro das Laranjeiras com uma ponta-e-mola. Tens razão, o gajo esqueceu-se de ti e está prestes a assaltar-te e a levar-te esse iPhone que compraste a prestações.

Aceitam-se comentários como: "devias ser pobre para dar valor", "este post é uma merda" ou o "eu sou pobre, tadinho de mim, mimimimi" - mas, atenção, com acesso a computador e Internet.


Jantar: a crise, a moda e a paciência (alguém adivinha?)

Tirando o Anónimo que não tem amigos, todos nós, com maior ou menor frequência, vamos jantar fora com a nossa malta. 

Em tempos de crise (e não só), tornou-se vulgar o "vou lá ter depois", o qual compreendo perfeitamente. Eu, aliás, já fui convidado para um casamento em que disse "obrigado, mas vou lá ter depois". 

De qualquer forma, a conversa do grupo vai parar normalmente ao "então e vamos onde?". Quando falamos de pessoas de bem, a coisa faz-se nas rulotes do Estádio da Luz. Quando tratamos com pessoas que não interessam nem ao Jorge Jesus, temos que marcar um restaurante não sei onde para comer não sei quê. 
E é aqui que a temática do "então e vamos onde?" se torna realmente fundamental.


Gosto dum espaço giro, simpático, acolhedor, que permita boa conversa. Se possível sem grupos de 24 amigos, porque mesas com tanta gente só mesmo com malta do Facebook, que tem centenas de amigos. E porque mesas dessas só permitem que, no máximo, parcelas de 6 pessoas falem entre si.
A comida convém que seja boa. E se não me forem fazer um assalto à mão armada à carteira, melhor. 

OK, é hora de não atirar mais palha nesta conversa: onde raio é que se vai jantar? Tipicamente, para o lisboeta, o jantar será feito num local:
  • barulhento;
  • de difícil acesso;
  • de parqueamento quase impossível;
  • onde se possa beber um copo a seguir;
  • onde passam 432860 pessoas por minuto;
  • onde quase não se consegue conversar tal a confusão;
  • onde não se pode sentar;
  • onde é moda.
Bem-vindos ao Bairro Alto.


Já lá foram durante o dia? É nice. Zona típica, com graça, com lojas diferentes. Sem as ruas completamente desgraçadas de lixo, podridão, assaltos, más companhias, droga e outros que tais. É giro, pah.

Já não tenho paciência (talvez derivado da idade) para a típica noite de Bairro Alto. De quando em vez, passa, e até passa-se bem. Mas não é "todos os fins-de-semana no Bairro". Como já não é "todos os fins-de-semana na discoteca".
Claro que se fosse turista, ia adorar uns quantos dias ali batido, apesar de não achar muita graça a ver não sei quantos tipos a urinarem na via pública, completamente na boa.


Mas sem a mota ou o táxi, torna-se um desafio à paciência uma ida a um dos locais icónicos de Lisboa. Mas atenção, tem bons restaurantes e alguns bons bares. Vêem-se muitas caras conhecidas (não as da televisão mas sim as de amigos ou conhecidos) e há sempre grande festa (gosto especialmente quando a malta se encontra no Bairro e são todos amigos de sangue, com um grande abraço), mas hey, não me digam que é um local espectacular para se estar, porque não é. E não é porque a moda leva tudo ao mesmo e torna os locais incomportáveis. Tal como uma discoteca absolutamente cheia torna-se desprezável, porque o conceito de discoteca (poder dançar ou conversar) fica comprometido.

Gosto do Bairro. Mas à 2ª, 3ª e 4ª feira. 


Fotografias roubadas daqui.

Piada Farsola #12 - o que é um casamento?

Estudos científicos indicam que o casamento é uma relação entre duas pessoas: uma que tem sempre razão e a outra, que é o marido.


Batman em 4D, com tiros mas sem pipocas



O que faz alguém cometer um crime hediondo como este? Jogar muita Playstation 3? A namorada deixou-o? Apareceu-lhe uma micose no escroto? 

E eu que queria ir ver o filme... 
Mais vale ficar em casa a construir Legos... 


Não há volta a dar: cativo renovado. Mas...

Toda a Direcção do Simão Escuta, na presença do seu Presidente, Director-Geral, Director Financeiro, Director de Recursos Humanos, Director de Piaçabas e Gestor de Cenas, renovaram já o seu lugar no Estádio da Luz para a nova época.



  1. O IVA aumentou, é verdade, mas para quem anda sempre atrás da equipa, é sócio há anos, com cativo há anos, depois de duas épocas absolutamente desastrosas, e quando o País enfrenta as dificuldades que todos conhecemos, ficava bem ao Clube suportar parte do aumento. Nem falo em partes iguais, falo duma ajuda, mesmo que simbólica, numa óptica de solidariedade para com quem já gasta muito dinheiro nisto;
  2. Ser sócio e ter cativo não é barato. Como já aqui mostrei, num lugar que é considerado dos mais baratos do Estádio, os jogos ficam à média de € 20. Isto quando falamos dum campeonato que, tirando os 3 grandes e o Sporting de Lisboa, não tem equipas sonantes que nos encham de vontade de ver um grande jogo. Vamos porque somos apaixonados;
  3. Ver o campeonato a correr mal, perder receitas e depois baixar os preços dos bilhetes pode ser fundamental, mas não é bonito para nós;
  4. Na senda do ponto anterior, desatar a oferecer bilhetes por isto e aquilo, não é bonito;
  5. Depois dum sócio com cativo comprar o seu Pack para as Competições Europeias no início da época, renová-lo quando a equipa progride, e depois receber a oferta dum bilhete ou desconto na compra do bilhete que já tem, não é bonito. Porque quem comprou por antecipação e injectou dinheiro no Clube fica prejudicado e paga mais do que um paraquedista;
  6. (para o leitor completar).

Lá estarei. Lá estaremos.

Mais que um jogo, viver o futebol é uma paixão com amigos. Rir, conversar, espairecer. Lançar um vernáculo aqui e ali, comer um cachorro ou bifana cheia de classe e desancar em tudo o que mexe. Obrigado, Benfica.

Elevados níveis de MACHEZA.

Ser homem é algo que se define em cromossomas.
Ser um verdadeiro macho, é uma conversa totalmente diferente.

O que é que faz de um homem...um macho?

Pilosidade facial. Pode ser barba ou bigode. Diz adeus à mosca e às patilhas Abraham Lincoln.

Gostar de entornar. Não falo obviamente de dificuldades de coordenação, mas sim do homem que sabe fazer acompanhar o dia com o seu copo. Excluem-se coisas como Piñas coladas, daiquiris e outras paneleirices dessas.

Palavrões. Aiii não vou dizer merda porque a minha mãe disse-me que era feio? Frouxo! Um macho sabe largar um f*da-se no momento certo (e nos errados também).

Olhar descaradamente para um par de mamas. Lamento se as meninas possam sentir que isto é simplesmente rude, mas, sejam verdadeiras com vocês mesmas, vocês gostam (e eles ainda gostam mais), ou não usariam esses decotes escandalosos.

Marcas de guerra. Agora que não temos conflitos armados, a menos que vivas na Damaia, convém exibires uma cicatriz, nem que seja daquela vez que caiste da prancha quando achaste que era fixe ser um betinho surfista - ninguém precisa saber a verdade.

Ter um machado. É daqueles acessórios vulgarmente esquecidos, mas tão importantes. Se é apenas para partir lenha na casa dos vossos pais no Inverno, não importa. Não há nada como segurar um machado na mão.

O Outfit é tudo. 7 t-shirts brancas, 2 pares de calças de ganga, umas botas e um casaco de cabedal e têm roupa para 1 mês.

Ser um herói. Das duas uma: ou arranjam uma gaja problemática ou se dedicam a ajudar velhinhas a passar a passadeira para ir à Igreja.

Começar granel. Um macho é conflituoso. Porquê? elevados níveis de testosterona e macheza no sangue. E isto tem de sair por algum lado, portanto o verdadeiro macho procura problemas e nunca se escusa a uma boa luta one-on-one. Mais não, que o macho não é estúpido.

Ter os amigos certos. O macho tem sempre um amigo "que desenrasca". Quer estejas a planear um assalto, ou simplesmente encontrar um hispter heterossexual no Bairro Alto para desancar.

Alimentação cuidada. À base de álcool e bifanas, jalapeños ao pequeno-almoço e nunca se negando a desafios como comer testículos de vaca. Crus.

Pêlos no peito. Afinal o macho não começou a beber digestivos aos 6 anos à toa.

Desporto. Entornar copos. O macho já tem uma vida deveras agitada, não precisa fazer desporto.

Chorar. Macho que é macho não chora. Pode haver um cisco no olho que leve a tal facto, de resto, a única excepção pela qual o macho pode chorar é se a sua equipa perder o campeonato. (Não é válido para sportinguistas)

Mulheres. A única mulher na vida do macho é a mãe. As outras vêm e vão, ajoelhando-se perante os elevados níveis de macheza e agradecendo baixinho poderem ter o prazer de fazer parte da vida de tão grande homem.

O Zézinho. Menos de 20cm não é verdadeiro macho. Lamentamos.

Teletubbies a jogar vólei num torneio da JS?!

Aconteceu. Parafraseando o Provedor, true story.

Toda esta história está rodeada de pormenores sórdidos. É, efectivamente, uma história da qual sinto um tremendo orgulho e uma enorme vergonha. Mas quer-me parecer que o caro leitor já sabe como reajo perante as grandes adversidades desta vida: de frente, agarrando-as pelos cornos (por falar nisso, a sério, se mos puseste, era porque tinha de ser, certo? Então tudo bem).

Antes de relatar o sucedido, quero desde já dizer que vou preservar as identidades dos envolvidos, atribuindo-lhes aleatoriamente os nomes de Joana, Mafalda e (o) Ribeirinha. 

A Joana, actual jogadora quase profissional de vólei (ou profissional quase jogadora de vólei, é uma das duas), soube da existência dum torneio da especialidade, no qual ia participar com a Mafalda (também jogadora, mas profissional porque quer dar aulas disto e muito mais) e com o treinador da equipa delas, o Ribeirinho (um tipo distinto, com o qual não me identifico porque acha que vólei é desporto e desporto é vida - já lá vamos).
O torneio era de quadras, onde as equipas podiam ter até 2 homens. Calculo que não tenham demorado 2 segundos a dizer "se é para ganhar, vamos levar o POC, é anão mas também é conhecido como o Cristiano REInaldo das redes". Ou "Miguel Maia de bolso", como diria o Zé (o palerma que só comentou aqui quando isto só era lido por ele e pelo Coronel). 

Era preciso um nome para a equipa, pediram-me sugestões (Os 3 amigos e o Anão, disse eu) mas não aceitaram. Avançaram com Teletubbies, porque a Mafalda deve achar que é uma coisa fofinha. E como tal, o fardamento da equipa seria com as cores desses bonecos cabeçudos, estranhos e que, felizmente, não são do meu tempo. Mas já lá vamos...

Sábado chego a Odivelas e penso: mas vim a um torneio de estrelas ou a um comício?! O pavilhão estava cheio de militantes do PS e, especialmente, da JS. Eu, que sou do SLB, vejo-me ali no meio de "ésses", da J e do P. Mas tudo bem, era malta simpática e eu gosto de todos os partidos desde que eles venham ao tasco (és um vendido, sacana...no outro dia vi-te nos croquetes de alheira da apresentação das camisolas novas do Benfica!).

A fita era a gozar. Mas assumo que joguei com uma fita preta, como o Nuno Gomes usa.

Puxando a película do filme atrás, convém então falar do fardamento desta equipa. Os Teletubbies. Isso mesmo, tínhamos de ir com as cores dos palermas. Reafirmo que nunca vi esta série ou lá como se chama ou o camano. Sei que o Ribeirinha quis ser o verde, o que me dava automaticamente o roxo. A semana passada desloquei-me à Decathlon e, apesar de não estar a achar grande piada, lá fui eu procurar uma t-shirt roxa. 
Em toda a loja havia UMA t-shirt. Estava na secção de homem, na área de corrida. Tudo bem, vou levar. Mais tarde a Joana disse-me "tiveste que ficar com o roxo porque eras o único que não sabia que os Teletubbies tinham um panuca no grupo. Sim, o roxo...". E o mundo parou naquele momento. Tive vertigens, tive suores, tive tudo: só me faltava a coragem para seguir em frente com o torneio. Mas segui. Ainda não tinha vindo o pior...
Eis que chegando o grande dia, e equipando-me à pressa em casa, reparei que o equipamento roxo tinha algo de estranho. Tinha decote em V. E umas cenas (porque homem que é homem só sabe que são cenas - mais tarde vim a saber que se chamam pinças) de lado. Exacto, a t-shirt era de senhora. Cerrei os dentes, tirei uma t-shirt branca para colocar por baixo e segui para o pavilhão.

O torneio tinha 7 equipas mistas e os jogos eram de 10 minutos apenas. Ao fim do tempo regulamentar, quem tivesse mais pontos, ganhava. Em caso de empate, quem tivesse as miúdas mais giras, ganhava. A coisa estava bem lançada para nós.

No sábado ganhámos os 6 jogos e qualificámo-nos para a grande final de domingo, contra o 2º classificado.
Tudo muito bem, mas 

  • a verdade é que o Ribeirinha, a Mafalda e a Joana gostam muito de se rirem durante os jogos. Chegam a trocar palavras com o adversário. Chegam a fazer piadas. A desconcentrarem-se. E isto é inaceitável. Vólei não é desporto e desporto não é vida! Vólei é para ganhar e dar cabo deles todos! Houve momentos em que estivemos a perder e em que tive de soltar um "que diacho, querem olhar para o marcador? Estamos a levar na pá!". Enfim, isto de se tratar com gente que faz desporto por prazer é muito irritante.
  • perdemos um ponto porque, a certa altura, disse "Ribeirinha, dá dois passos atrás porque a bola vai cair aí à esquerda e tens de apanhá-la senão é o diabo-a-sete". Ora, Ribeirinho é um nome muito comprido, quando acabei de dizer "...inho" já a bola tinha tocado no chão. A partir dali, chamei-o de Zé, para facilitar.


Domingo veio a grande final. Bancadas novamente repletas, um ambiente infernal no apoio aos jogadores da casa e impropérios contra os estrangeiros, como eu. "É destes ambientes que eu gosto", dizia eu baixinho - como se um anão falasse alto, dirão vocês. Certo, agora apanharam-me.

Os jogos de 10 minutos tinham dado lugar à final à melhor de 3. Ganhámos 25-23 e 25-14 salvo erro. 
Foi uma alegria imensa, o público juntou-se a nós, regaram-nos com Champomy e demos uma volta olímpica ao recinto. 

Ehhh machão!

Recebemos a Taça (está marcado um encontro para irmos ao Santini comer gelado de dentro da taça) e as medalhas, pousando para as fotos que não sei onde páram, mas onde o telemóvel da Joana nos presenteou com estes momentos. 
Já devidamente (des)equipado

Decidimos ir comemorar o grande feito na praia, onde registámos o momento.


Fica a saudade do último jogo de vólei (há 15 anos) e o desejo de encontrarmos torneios de Verão (na praia de preferência) para jogarmos. Mas sem Teletubbies.

A respeito do roxo e da t-shirt ser de senhora, quero apenas dizer que serviram para cortar o excesso de masculinidade de que padeço. Obrigado.

Comunicado da Gerência - o choradinho dos Likes

A Gerência sente-se na obrigação de interromper a emissão para garantir aos seus leitores, que o Autor teve apenas uma desinteria mental de 3º grau, a qual está já a ser tratada.

Exigimos também que todos os novos 24 mil Likes conquistados entre ontem e hoje sejam retirados. Não nos revemos neste choradinho "ah faz-me um Like". Se quiserem ajudar, transfiram o dízimo para a nossa conta e continuem a clicar na publicidade. 


A obra segue dentro de momentos.

Este blogue agora é sobre moda

O deadline passou. Combinámos, de comum acordo, que se até às 12 horas de hoje, o Facenice do tasco não tivesse 300 mil likes, eu batia com a porta.

De 235 passámos a 249 likes. Podia dizer que foi um sucesso, mas não foi. Chega de nos contentarmos com pouco. Chega de 2º lugares. Chega do "quase". Estivemos perto de cumprir o objectivo, é verdade, mas não podemos ficar felizes com isto.

Desta forma, e porque fui invadido pelo espírito do meu Tio Alberto, o Tio Alberto que nunca tive, resolvi fazer pior. Muito pior. Em vez de fechar o tasco, transformo-o num blogue de modas e tendências. E parece-me que estamos conversados quanto ao pulso de ferro que tenho nestes assuntos.


Dentro de momentos irá sair o primeiro post: sobre vernizes tendência Verão ou sobre alisadores de cabelo.

A vingança é um prato que se serve frio. E se for a acompanhar de batatas fritas e limonada do H3, melhor.


300.000 sócios ou fecho o blogue

Pois é. Andava a evitar este dia há alguns anos. Mas o panorama actual obriga-me a tomar estas medidas.

Até ao dia de hoje, este tasco apresenta o lamentável e envergonhado número de 235 Likes no Facenice. Ora, isto é o que na gíria se diz, andar a mangar com a tropa.

Como tal, e se até amanhã ao meio-dia não tivermos 300 mil likes no Facenice do tasco, este blogue é encerrado. Ou fica entregue ao Anónimo. Agora escolham.


Fazer like aqui. Caso contrário, vão mas é fazer filmes porno com o Castelo Branco e seu Betty.


Deixo entretanto o vídeo onde, há momentos, e depois de ter finalmente cortado o cabelo e deixado crescer o bigode, anunciei perante toda a comunicação social que ou vocês são 300 mil ou então vou-me embora.



Cueca explica: objectos de (tenro e platónico) desejo masculinos.

Embora fossem putos de 10 anos, não quer dizer que a máquina hormonal masculina não estivesse já a dar ares de sua graça. No fundo, um puto, desde cedo, sabe apreciar certos atributos, mesmo que não consiga bem explicar porquê ou o que raio é aquele formigueiro no fundo da barriga quando vê a vizinha do 6A ir buscar leite ao frigorífico em cuecas.

Se há 50 anos a única forma de obter imagens mentais onanísticas era levantar as saias às meninas, a televisão revolucionou a infância de milhares de petizes neste departamento.
Cueca abre a porta do DeLorean e leva-vos a revisitar belos momentos televisivos da vossa infância que terão certamente guardado num lugar especial da vossa mente:

April, a única tipa que vestiu um macacão amarelo para fazer directos com sucesso.

A Power Ranger Kimberly. A típica miúda que desde cedo quer rodear-se de mangueira sem ser bombeira.

Daphne..tipificando a miúdinha de "bem" sempre acompanhada pelo seu namoraditxo saco.

Ok, esta figura num filme, mas é incortornável figurar neste top por atributos óbvios.

Pamelita, provando que o camel toe pode ser sexy e mostrando às mortais que um fato-de-banho faz milagres.



Ana Malho, perdão, Malhoa. Como esquecer este exemplo nacional que tantos meninos divertiu ao longo dos anos?

Espero que tenham gostado desta pequena viagem down memory lane e que contribuam para o aumento desta listagem.

E já sabem:
Mais uma moedinha, mais uma voltinha. O menino não paga, mas também não anda, que é como quem diz que a parvoíce se instalou aqui no tasco com este contributo feminino.

A leitora mostra(-se) #5

Um homem cria a obra. Um homem larga mulher e filhos para se dedicar à causa. Um homem dá tudo o que tem. Um homem come Sundae de chocolate com amêndoas. Um homem emociona-se. Um homem escreve todo o santo dia. Um homem corre. E, felizmente, de quando em vez, o Homem é recompensado.

É desta forma emocionada que vos apresento a 5ª leitora de valor que aqui temos. As outras? Bom, se disser que são ingratas por não colaborarem no desafio, estou a ser muito duro? Julgo que não. Apenas peço aquilo que Nos é devido.




É  mesmo um dia emocionante para esta comunidade. Ou, como diz o Valdemar, para esta seita.


Simão Escuta. Por um mundo melhor.