Escuteiros - os berloques voltam a atacar


A Redacção do Correio da Manhã (o percursor d'O Crime) contactou com urgência a Redacção do Tasco (só passaram uns 15 dias, notícias fresquinhas portanto) para dar conta de mais um episódio dos berloques.

Consta que o Xôr Vítor barricou-se e fez a sua mulher refém quando soube que ela se tinha apaixonado por um homem, este sem berloques. 
É assim, a situação é aborrecida, claro, mas há que perceber a mulher. Trata-se de ter conhecido a macheza pura e dura passados tantos anos. Provavelmente após ler o meu anterior artigo sobre o tema. Talvez o tasco tenha despertado consciências.

Mas Xôr Vítor, com ou sem berloques, agiu como um homem. Aliás, é benfiquista de certeza. 
Se anda por aí a fazer o bem, também não merece que que isto lhe aconteça. As mulheres são para serem barricadas. Quer dizer, amadas. Às vezes podem ser barricadas e amadas, o que nem parece má ideia.


Um abraço solidário deste Autor.

Este post (acho que vou passar a chamá-los de artigos, por muito armado que isto possa parecer) é só para achincalhar os escuteiros que ficaram ofendidos com a brincadeira dos berloques há tempos atrás. Quem cá vem, tem de ter poder de encaixe. Oi? Poder de encaixe? Isto agora deu-me uma ideia...
Anónimo, aparece aí novamente.

3 comentários:

  1. Tu andas a fumar coisas muito pesadas, não andas? lol

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  2. 20 anos a coser meias com berloques, não pode ser fácil. A minha solidariedade para a senhora.

    Todo o equipamento dos escuteiros me causa uma certa espécie, para ser honesta.

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