Papa Francisco a um preservativo da História

Bom, talvez não literalmente, mas para lá caminha.
Para já, o até agora Grande Papa Francisco, admite rever aposição da Igreja em relação ao celibato. Ele explica que o facto de haver privação de sexo é uma questão tradicional, que reflecte uma suposta maior dedicação e concentração na missão católica, com a qual ele até concorda.

Espero que a discussão surja no seio da Igreja e que efectivamente haja abertura para romper com uma tradição que talvez prejudique mais o catolicismo do que propriamente o beneficia (escândalos sexuais com menores, etc.).
Um padre ou uma freira não deixam de ser homens e mulheres, com tudo o que isso implica (tirando o Anónimo, a sexualidade faz parte de todos nós).

Depois disso, que venha a questão do preservativo (essa sim, julgo que mais delicada).

Se o Papa Francisco – respect: tem quebrado protocolos, não se esquiva aos assuntos importantes, parece ser a lufada de ar fresco que faltava – conseguir tudo isto, será verdadeiramente eterno.

Fica aqui a promessa de, quando eu e o Filipe formos no périplo pela América do Sul, tentarmos ver o seu San Lorenzo jogar:


9 comentários:

  1. Eu estou completa e absolutamente rendida a este Papa!
    Quando ele cá vier, ou quando eu voltar a Roma, nem que me esgadanhe toda, mas hei-de conseguir abracá-lo (vá, tocar-lhe de fugida ao menos)

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    1. O importante é ele tocar-nos no coração (enquanto digo isto, músicas mariquinhas a tocarem, corações no ar, arco-íris).

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  2. Será um desafio gigante, estou curiosa para ver o que vai suceder .
    Na verdade isso da maior dedicação e concentração na missão católica é verdade mas não é toda a verdade.
    Já foi permitido os padres casarem-se , inclusive há personagens historicas famosas que eram filhos de Papas, mas a determinada altura um Papa declarou que era proibido por motivos de patrimonio, isto é gestão de heranças.

    "Sem entrar, neste apontamento, pelo complexo desenvolvimento histórico que nos conduziu a esta situação, é consensual dizer que foi no âmbito das reformas de Gregório VII (1073-85), na continuação de medidas anteriores, que se consolidou a convicção de que o estado matrimonial era irreconciliável com o sacerdócio e que se tratava, simplesmente, de dar execução a uma antiga lei eclesiástica. Como destaca H. Jedin, nesta questão não se tratava sempre de reforma interna da Igreja, mas da conservação dos seus bens que, pelo matrimónio dos clérigos, passavam com muita facilidade para os seus filhos."

    Frei Bento Domingues

    ler mais aqui:
    http://hsacaduracabral.blogspot.pt/2014/05/padres-casados-na-igreja-catolica.html



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    1. Seja bem regressada. Interessante apontamento.
      Estamos com o Papa neste assunto.

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  3. O título é absolutamente "divinal"!

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    1. E assim, juntos, construímos uma chalaça.

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    1. Ou nas mãos de quem se juntar nessa discussão no Vaticano.

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  5. entrevista 5 estrelas:
    https://www.youtube.com/watch?v=DvBjAQjg3uc

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