Ainda as coincidências

No artigo anterior, o nosso leitor Felismino Catadupa confessa:

"Uma vez estava num café e pedi um fino e a pessoa que estava ao meu lado também, e eu não a conhecia de lado nenhum."

Acho que estamos conversados acerca da dimensão das coincidências que nos acontecem na vida. Felismino Catadupa passou por esta situação. E só ele sabe o que sentiu no momento.

7 comentários:

  1. Fala a´´i outra vez em coincidências, que arranjo maneira de seres raptado, amarrado e, em vez da gaja boa a fazer uma lap dance, levas é com o "Não há coincidências" da MRP, ao mesmo tempo que passa o filme do "Sei lá", lá ao fundo.

    Pensa. Pondera.

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    1. Talvez seja melhor apagar estes artigos então. Foi sem querer.

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  2. eu lembro-me desse dia... acho que era eu a pessoa ao lado dele...

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    1. Incrível. Estou siderado. Simão Escuta acaba de encontrar dois estranhos que certo dia se cruzaram num café. O "Ponto de Encontro" é muito pequeno ao nosso lado.

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  3. A mais parva deu-se quando um ex-namorado veio morar para o meu prédio com a mulher dele. O casamento não durou muito tempo, ele foi-se embora, mas ela ainda cá mora. E nem boa tarde me dá :P
    Azeda.

    Também já me aconteceu darem-me a notícia da morte de um ex-colega e, um ano depois, esbarrar-me com ele. Apanhei um enorme susto e só me bailava na cabeça esta idiotice: "Olha lá, mas tu não tinhas morrido?"
    Conta como coincidência?

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    1. A primeira é boa. A segunda é do Entroncamento. Ou do Além.

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  4. A do Felismino comparada com a minha não é nada.
    Uma vez, no Estádio da Luz, deu-me vontade de fazer xixi. Não é que ao mesmo tempo que eu, estavam mais de 20 pessoas a fazer o mesmo!!! Chiça!

    Ass.: Nél Monteiro "him self"

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