Ainda não faleci

Mas podia. Até estive para falecer já por duas vezes, só que entretanto acabaram-se-me as hortaliças e depois passou-me.

Neste momento sou um coxo a meio gás. De manhã estou no elaborado processo de recuperação deste pé direito que agora parece um esquerdo. Depois entro ao serviço (sempre quis muito entrar ao serviço, dá um ar de trabalho duro e sério). 
E que importa isto? Pois. 

Escrevo este artigo para dizer que o Simão Escuta não morreu. Mas anda moribundo. E se nuns dias penso em reanimá-lo, noutros penso que mais vale desligar as máquinas, que para blogues sobre nada já existe muita coisa. E parecendo que não, escrever todos os dias coisas parvas sobre coisas parvas, acaba por ser um bocado... idiota.

Aproveito a oportunidade que a Administração do tasco me está a dar para, de lágrima no olho, agradecer publicamente a todos os leitores que me contactaram a questionar por este período sabático. OK, foi só o Pai Coronel. 

Não tenho planos para o futuro, quero apenas um mundo sem guerra, sem fome... mas com bitoques.


(O facto de ter recebido alguns comentários e mesmo emails, fez-me sem dúvida vir aqui deixar estas palavras. É realmente estranho, interessante e reconfortante perceber que algumas pessoas vêm aqui para ler alguma coisa que, teoricamente, as faça esboçar um sorriso - apesar da fraca qualidade do Autor e suas Piadas Farsolas. Obrigado.)