Gosto muito. De bitoques e parqueamentos.
Um tipo pega no carro (alguns pegam na viatura, outros pegam de...bom, adiante) e vai para casa. Ouve uma música, canta e encanta pelo caminho e chega à sua rua. "Ahhh, fim do dia, finalmente em casa".
Errado. Já só existem lugares na outra rua, porque a minha está completamente lotada. "Ah mas em Serapilheira da Serra moram assim tantas pessoas?", pergunta o caro leitor. A resposta é não. Mas vivem muitos que são completos inergúmenos.
Passo a explicar. Existem alguns automobilistas que não precisam apenas de um, mas sim dois lugares de parqueamento. Porque são especiais. Porque têm carros especiais. E porque têm direitos que eu, por exemplo, não tenho. Nem quero.
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| Não sejam assim, a senhora não tinha espaço!!! |
Sabe sempre bem passar pela rua e ver gente a estacionar como bem lhes apetece, sem respeitar nada nem ninguém. Como entra, é como fica. É à patrão!
Estou a pensar avançar com uma de duas soluções:
- uma mais dispendiosa:
- outra mais em conta e mais...elegante. Deixar isto no vidro da viatura:
E pronto, agora que perdemos mais uns leitores, podemos seguir em frente e parquear no lugar dos deficientes. Porque também é de valor, vê-los a eles e elas a estacionarem à porta do restaurante ou do centro comercial, porque padecem duma deficiência mental grave que não lhes permite raciocinar, mas permite conduzir.
Anónimo, um grande abraço, venham de lá esses ossos!




