Bola na mão ou mão na bola? Simão Escuta ensina.

No decorrer do Manchester United - Arsenal, que se disputou há pouco, temos um exemplo flagrante sobre este tema.

2 metros e meio de distância. Se não coloca a mão, leva na cara. Tem que levar?!

Desde que jogava futebol em criança que dizia: se não há intenção, até posso ter cortado uma bola na linha de golo. Não há falta. E por muito que venham com cantigas, isto é que é lógico.
Os braços não podem ser cortados. Se não forem mexidos para tentativa de desvio da trajectória da bola, então não há falta. Ponto. E se forem mexidos para proteger instintivamente a cara, não há falta. Ponto. Ou alguém tem que levar uma bolada  na cara à queima-roupa só para não ser marcada falta? Poupem-me.

E não me venham dizer que é subjectivo. Subjectivo é o tamanho do meu Menir comparado com o vosso: para umas parece a Torre Eiffel, para outras parece o Empire State Building.
É fácil perceber se um jogador mexe o braço normalmente (é a Lei da Física) quando faz determinado movimento natural, se o faz como forma instintiva de "sobrevivência" ou se o faz para alterar o jogo.

Portanto vão marcar faltas e penaltis para Madagáscar. 

Tenho dito. Nada que agradecer.